domingo, março 08, 2026

Enquanto isso... no Estado Mais Nazifascista e Corrupto do País... (Parte VI)

 

Com quem o Governo de Santa Catarina gasta mais recursos públicos?

Essa é a pergunta de "um bilhão de reais" (ou melhor, de dezenas de bilhões) que raramente aparece na propaganda oficial, mas que é fundamental para entender por que falta dinheiro para a saúde e segurança enquanto o governo gasta fortunas em publicidade.

Para o cenário de 2025/2026 em Santa Catarina, os números são impactantes e revelam as prioridades reais da gestão Jorginho Mello.



1. Incentivos e Renúncias Fiscais (Gastos Tributários)

Este é, de longe, o maior ralo de recursos do estado. Santa Catarina é um dos estados que mais abre mão de receita no Brasil para beneficiar setores específicos (muitas vezes grandes empresas e o agronegócio).

  • Montante Anual Estimado: Entre R$ 21 bilhões e R$ 23 bilhões.
  • O que isso significa: O governo deixa de arrecadar esse valor em ICMS através de benefícios fiscais. Para você ter uma ideia da magnitude:
    • Esse valor equivale a quase 35% de toda a receita tributária do estado.
    • É muito mais do que o estado investe em Educação e Saúde somados em um ano.
  • A Crítica Técnica: O Tribunal de Contas (TCE-SC) tem alertado sistematicamente que não há transparência total sobre o "retorno" desses incentivos. Ou seja, o estado abre mão de R$ 21 bilhões, mas não prova quantos empregos reais foram criados ou se o preço dos produtos para o consumidor realmente baixou.


2. Pagamento da Dívida (Contratos e Empréstimos)

Aqui precisamos separar a "Dívida com a União" (federal) dos "Empréstimos Externos" (bancos internacionais como o BID ou BIRD).

  • Dívida com a União: Santa Catarina paga mensalmente parcelas pesadas à União. O estoque da dívida total passa dos R$ 10 bilhões, e o desembolso anual para o serviço da dívida (juros + amortização) gira em torno de R$ 1,2 bilhão a R$ 1,5 bilhão.
  • Dívida Externa (Empréstimos Internacionais): O estado possui diversos contratos em dólar ou euro para obras de infraestrutura (como o Programa Estrada Boa). O pagamento anual varia conforme o câmbio, mas estima-se um gasto de aproximadamente R$ 600 milhões a R$ 800 milhões por ano apenas para essas parcelas externas.


O Comparativo que "Dói" no Bolso do Catarinense

Tabela comparativa para mostrar a distorção de prioridades:

Destino do Recurso

Valor Estimado Anual (2025/2026)

Renúncias Fiscais (Empresas)

R$ 21.000.000.000 (21 Bilhões)

Universidade Gratuita (Pág. a Privadas)

R$ 1.200.000.000 (1.2 Bilhão)

Pagamento de Dívidas (União/Externa)

R$ 2.000.000.000 (2 Bilhões)

Investimento Real em Saúde, Infra Estrutura e Segurança Pública

Muito abaixo das renúncias fiscais.



O Nó do Orçamento

Ao cruzar esses dados com a sua indignação sobre o Universidade Gratuita, o argumento fica imbatível:

  1. Prioridade Torta: O governo alega que o "Universidade Gratuita" é um esforço gigante, mas ele custa uma fração minúscula do que o governo dá de presente em renúncias fiscais para grandes grupos econômicos.
  2. A Substituição Perversa: Se o estado revisasse apenas 10% das renúncias fiscais ineficientes, ele teria R$ 2,1 bilhões extras por ano. Com esse dinheiro, daria para triplicar o investimento em saúde e ainda sobraria para as bolsas de estudo, sem precisar "disputar" espaço com o Prouni ou o FIES.
  3. Dívida vs. Investimento: Enquanto o estado paga bilhões em juros de dívidas (muitas vezes contraídas para obras que agora estão paradas), ele usa o orçamento corrente para uma política (Universidade Gratuita) que ignora o sistema federal gratuito já existente.

 

A Lista de Verdades: O que o Governo de SC Esconde de Você

Enquanto os comerciais de TV pintam um cenário de "universidade para todos", os números do orçamento e as investigações do Tribunal de Contas contam uma história bem diferente. Confira as verdades que o Governador Jorginho Mello prefere omitir:

  1. A Verdade sobre o "Presente" Fiscal: O governo de Santa Catarina abre mão de mais de R$ 21 bilhões por ano em renúncias fiscais para grandes empresas. Isso é quase 20 vezes mais do que o valor investido no programa Universidade Gratuita. Onde está a transparência sobre quem recebe esse "desconto" e o que o cidadão ganha em troca?
  2. A Verdade sobre os "Milionários": O programa que deveria ser para os mais pobres foi flagrado pelo TCE-SC beneficiando estudantes com patrimônio milionário. Chamar isso de "erro de digitação" é insultar a inteligência do catarinense que rala para pagar a mensalidade do filho.
  3. A Verdade sobre o FIES e o Prouni: O governo federal já possui programas consolidados (Prouni e FIES) que custeiam o ensino superior. Ao ignorá-los, o estado de SC gasta recursos estaduais preciosos para "duplicar" uma conta que o MEC poderia pagar, deixando a Saúde e a Segurança de Santa Catarina desassistidas.
  4. A Verdade sobre a "Gratuidade": O programa não é gratuito. É um contrato de prestação de serviços. O aluno "paga" com 4 horas semanais de trabalho para o Estado após formado. No Prouni, a bolsa é um direito conquistado por mérito e renda, sem "pedágio" de mão de obra futura.
  5. A Verdade sobre a Dívida: Santa Catarina gasta cerca de R$ 2 bilhões por ano apenas para pagar juros e amortização de dívidas (União e Externa). Enquanto o governo prioriza o marketing do "Universidade Gratuita", o estado continua sangrando recursos para o sistema financeiro, sem uma estratégia real de desendividamento que libere verbas para infraestrutura de verdade.
  6. A Verdade sobre o Sistema ACAFE: O programa é, na prática, um enorme subsídio público para instituições privadas. Em vez de fortalecer a UDESC e as universidades públicas gratuitas de fato, o governo estadual optou por transferir o imposto do cidadão para o caixa de entidades privadas comunitárias.


Conclusão amarga:

"A conta é simples, mas amarga: se o governo revisasse apenas uma pequena parte das renúncias fiscais bilionárias e articulasse melhor com o Governo Federal (Prouni/FIES), sobrariam bilhões para as cirurgias eletivas, para o policiamento nas ruas e para as estradas que estão em petição de miséria. O 'Universidade Gratuita' é uma escolha política de marketing, paga com o dinheiro que faz falta na sua saúde."

Enquanto isso... no Estado Mais Nazifascista e Corrupto do País.. (parte V)

 

Universidade "Gratuita" ou Propaganda Enganosa? O Que o Governo de SC Não Te Conta

O governo de Jorginho Mello (PL) vende o programa Universidade Gratuita como uma revolução educacional sem precedentes. Porém, por trás dos sorrisos nos comerciais de TV, esconde-se uma realidade de omissão deliberada, má gestão de recursos públicos e uma afronta aos programas federais que já garantiam o acesso ao ensino superior muito antes de 2023.


1. O Apagamento do Prouni e do FIES: A "Amnésia" Seletiva

A primeira grande distorção da propaganda oficial é o silenciamento sobre o Prouni e o FIES. Ao colocar palavras na boca dos jovens como se o estado fosse o único salvador da pátria, o governo estadual:

  • Ignora políticas de estado: O Prouni e o FIES são pilares do acesso à universidade no Brasil. Ao omiti-los, o governo de SC tenta se apropriar de um mérito que não é exclusivamente seu.
  • A "Corrupção" da Mensagem: Usar jovens para transmitir uma ideia de que "agora sim a universidade chegou para todos" é desonesto com a história das políticas públicas brasileiras.


2. O Escândalo dos "Universitários Milionários"

Enquanto a propaganda foca na carência, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-SC) revelou em 2025 uma realidade indigesta:

  • Inconsistências Patrimoniais: Centenas de beneficiários com alto patrimônio — incluindo milionários — foram contemplados.
  • Falha na Fiscalização: O argumento oficial de "erro de digitação" não se sustenta diante de milhares de inconsistências cadastrais. Isso prova que o recurso, que deveria ser sagrado para o jovem pobre, está escoando para quem já tem privilégios.


3. Dinheiro Público em Instituições Privadas: Prioridade Invertida?

O programa direciona um volume colossal de impostos dos catarinenses para o sistema ACAFE (instituições comunitárias e privadas). Aqui reside a crítica central sobre a gestão do dinheiro público:

  • Substituição de Verba Federal: Por que SC gasta milhões para pagar bolsas que poderiam ser cobertas pelo Prouni (recurso do MEC)?
  • Desfalque em Outras Áreas: Esse recurso estadual "duplicado" está deixando de ser investido onde o governo federal não chega com a mesma força: na saúde (filas de cirurgias) e na segurança pública. É uma escolha política de subsidiar o setor privado em vez de fortalecer o serviço público essencial.


4. A "Armadilha" da Contrapartida

A propaganda vende o programa como "Gratuito", mas a realidade é um contrato de trabalho:

  • Diferente do Prouni (que é uma bolsa de estudo por mérito e renda), o modelo de SC exige 4 horas semanais de trabalho para o Estado após a formatura.
  • O que é vendido como benefício, na verdade, transforma o recém-formado em mão de obra compulsória para o governo, sob pena de ter que devolver o investimento.


5. O Impacto nas Cotas e na Inclusão Real

Diferente do Prouni, que possui regras rígidas de cotas raciais e sociais, a estrutura catarinense tem sido criticada por flexibilizar esses critérios, o que pode reduzir a diversidade dentro das universidades e privilegiar grupos já estabelecidos.



Conclusão: O Marketing de Milhões sobre uma Realidade de Falhas

O "Universidade Gratuita" parece mais um projeto de marketagem política do que uma política educacional sustentável. Ao ignorar a cooperação com o governo federal e insistir em um modelo que beneficia o sistema privado com baixa fiscalização, o governo Jorginho Mello corre o risco de passar para a história não como quem abriu as portas das universidades, mas como quem usou o dinheiro da saúde para inflar uma bolha publicitária.

"Você concorda que Santa Catarina pague por bolsas que o Governo Federal já oferece, enquanto faltam remédios e segurança nas ruas?"

O Despertar da Grande Mãe: Um Manifesto para as Marias do Brasil

 

Hoje, 8 de março, não celebramos apenas uma data no calendário. Celebramos a força que, como diz a canção, "vem do corpo, vem do seio, vem do fundo do coração". No Brasil de 2026, ser mulher é um ato de coragem; é ser a guardiã da vida em um mundo que, por vezes, esquece o valor do que é sagrado.

Para as mulheres que restauram florestas, que educam, que lideram e que resistem, dedico este amálgama de sabedoria ancestral e alma brasileira.


A Oração da Maria-Terra

(Inspirada na tradição Celta e na poética de Milton Nascimento)

"Que a terra seja leve sob os teus pés, Maria, Pois tu carregas o dom de transformar o pó em flor. Que o sol brilhe quente sobre o teu rosto, Refletindo a 'mistura de dor e alegria' que te faz de ferro e de flor.

Que a chuva caia mansa sobre os teus campos, Lavando as marcas que 'o sol não limpa e o tempo não apaga'. Que o vento sopre forte nas tuas costas, Dando-te o fôlego necessário para 'possuir a estranha mania de ter fé na vida'.

Que a Grande Mãe te dê a 'coragem de quem sabe o que é o medo', E que a tua intuição seja o farol que ilumina o caminho das que virão. Pois tu és o solo, tu és a semente, e 'é preciso ter raça, é preciso ter gana sempre'."



O Recado Atual: A Força que Não se Cala

A "Maria" de hoje não espera o tempo passar. Ela é a mulher que entende que a proteção da nossa Mata Atlântica e a justiça social caminham juntas. Como vimos nas recentes decisões que barram o financiamento da destruição, o Brasil está mudando, e essa mudança tem rosto feminino.


Ser "Maria" no Brasil atual é entender que:

  • A nossa sensibilidade é a nossa maior inteligência: Não aceite que chamem sua intuição de fraqueza. Ela é a bússola que falta na política e na técnica.
  • O "corpo marcado" é mapa de guerra e vitória: Cada cicatriz de luta por direitos é um selo de autenticidade que nenhuma inteligência artificial pode replicar.
  • A fé na vida é um ato político: Manter a esperança e trabalhar pela restauração — da terra e da dignidade — é a maior rebeldia que existe.


Para todas as Marias de Santa Catarina e do Brasil:

Que neste Dia Internacional da Mulher, você se reconheça não apenas como parte da natureza, mas como a própria natureza em ação. Que você tenha "a força, o corpo e o sorriso" de quem sabe que, apesar de tudo, o futuro é um solo fértil que espera por suas mãos.

Muita luz, muita gana e muita vida!

quarta-feira, março 04, 2026

lucidez.. muita lucidez... gratidão imensa Flávio Dino... (Parte II)

 

Transparência e Restauração: Por que a decisão do STF favorece projetos técnicos?

A decisão do Ministro Flávio Dino não apenas "pune" o desmatamento, ela premia a competência técnica. Projetos de restauração baseados em Manejo Adaptativo, como o que estamos desenvolvendo para a Mata Atlântica, são os maiores beneficiados por essa nova era de rastreabilidade do dinheiro público.


1. Segurança Jurídica para o Investidor e para o Município Ao contrário de obras de infraestrutura duvidosas, um projeto de restauração com cronograma operacional claro (desde o isolamento da área até a manutenção pós-implantação) oferece uma trilha de auditoria impecável. O uso de emendas para a "Agenda Verde" passa a ser o caminho mais seguro para prefeitos e parlamentares que querem evitar problemas com o STF e o Ministério Público.


2. O Fim das "Obras Fantasmas" vs. O Monitoramento Real Enquanto o STF combate saques em dinheiro vivo para ocultar irregularidades, o nosso projeto propõe o oposto: Monitoramento de Resultados. Através de indicadores como a taxa de sobrevivência de mudas, o fechamento do dossel e a presença de fauna, entregamos uma prestação de contas física e biológica. Cada centavo investido pode ser visto no crescimento da floresta.


3. Valorização da Assistência Técnica Especializada A proibição de financiar destruição obriga o Estado a olhar para quem sabe construir. A restauração florestal exige ciência — técnica de nucleação, escolha de espécies-alvo e combate a invasoras. O "amadorismo predatório" perde espaço para o "profissionalismo regenerativo".


4. Alinhamento com o ESG e a Nova Economia Santa Catarina tem a chance de liderar essa transição. Ao invés de lutar contra o STF para manter práticas do século passado, podemos usar essa decisão como trampolim para transformar o estado em um hub de projetos de compensação ambiental e créditos de biodiversidade, onde a transparência é o nosso maior ativo.


Concluindo... e  Fechando...

"Onde o STF enxerga um risco na obra sem licença, nós oferecemos a solução na floresta com ciência. O dinheiro público deve financiar o que é perene: a água, o solo e a vida. A restauração da Mata Atlântica é o melhor negócio para Santa Catarina."

Estes são os deputados de SC que votaram para fragilizar a nossa proteção ambiental: Eles facilitaram o licenciamento ambiental enquanto o clima cobra o preço e a água adoece o povo.

Partido

Deputado(a)

PL

Caroline de Toni

PL

Daniel Freitas

PL

Daniela Reinehr

PL

Ricardo Guidi

PL

Zé Trovão

MDB

Cobalchini

MDB

Luiz Fernando Vampiro

MDB

Pezenti

NOVO

Gilson Marques

PP

Coronel Armando

PSDB

Geovania de Sá

União

Fabio Schiochet

lucidez.. muita lucidez... gratidão imensa Flávio Dino...

 

O Fim da "Farra da Lama": STF Proíbe Dinheiro Público para a Destruição Ambiental                                                                                               

Enquanto técnicos, cientistas e cidadãos conscientes se desdobram para elaborar projetos de Restauração da Mata Atlântica e aplicar o Manejo Adaptativo para salvar o que resta da nossa biodiversidade, uma parte da classe política operava nas sombras. Mas a torneira fechou.

A recente decisão do STF, capitaneada pelo ministro Flávio Dino, é um marco civilizatório. Ao proibir o uso de emendas parlamentares para obras que causem danos ambientais ou invadam terras indígenas, o Supremo envia um recado claro: o imposto do brasileiro não vai mais financiar o próprio ecocídio.

A Rastreabilidade contra o Crime Ambiental

A decisão vai além do veto ecológico; ela ataca a logística da corrupção. Ao proibir saques em "dinheiro vivo" de recursos de emendas, o STF asfixia a prática comum de financiar obras irregulares e desmatamento ilegal com malas de dinheiro que fogem ao controle do Banco Central. Agora, o caminho do dinheiro precisa ser digital, transparente e, acima de tudo, legal.

O Contraste: O Projeto de Restauração vs. A Obra Eleitoreira

Para nós, que estamos em Santa Catarina desenhando estratégias de nucleação, adensamento e combate a espécies exóticas, essa notícia é um alento.             

§  Enquanto nós lutamos por cada muda de Imbuia ou Araucária, políticos da "Bancada da Lama" tentavam usar o orçamento público para pavimentar o caminho da degradação, muitas vezes sem licenciamento ou estudo de impacto.

§  O STF decidiu que a moralidade administrativa é inseparável da preservação ambiental. Não existe "progresso" que justifique o financiamento público de um crime.

O Recado para os Municípios

Lages e toda a região serrana precisam ficar atentos. Vereadores e prefeitos que flertam com o discurso da "flexibilização total" agora enfrentam uma barreira financeira. Sem conformidade ambiental, não haverá emenda. O dinheiro público agora tem um filtro ético: ou serve para a vida, ou não sai do cofre.

Estes são os deputados de SC que votaram para fragilizar a nossa proteção ambiental: Eles facilitaram o licenciamento ambiental enquanto o clima cobra o preço e a água adoece o povo.

Partido

Deputado(a)

PL

Caroline de Toni

PL

Daniel Freitas

PL

Daniela Reinehr

PL

Ricardo Guidi

PL

Zé Trovão

MDB

Cobalchini

MDB

Luiz Fernando Vampiro

MDB

Pezenti

NOVO

Gilson Marques

PP

Coronel Armando

PSDB

Geovania de Sá

União

Fabio Schiochet