terça-feira, setembro 22, 2026

Como a Mídia Boca Alugada Mantém Viva a Desinformação e a Manipulação... Todos os dias... (Parte XI)

 O Brasil que a Mídia Corneteira Local Oculta: Os Fatos que Comprovam a Força da Gestão Lula

A grande mídia regional e os discursos alinhados ao pânico eleitoral continuam operando para invisibilizar as conquistas reais do país. Enquanto tentam construir uma narrativa de paralisia e crise, os números e os fatos geopolíticos da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostram uma realidade oposta: o Brasil avança no comércio exterior, bate recordes no setor produtivo, consolida sua estabilidade econômica e reafirma seu prestígio global.

Abaixo, desconstruímos a cortina de fumaça da desinformação ponto por ponto, revelando os avanços estruturais que a imprensa corneteira local finge não ver.


1. Diplomacia Comercial de Alto Nível: Mais Espaço para o Agronegócio no Mercado Chinês

A política externa altiva e ativa do governo federal demonstra como a diplomacia serve diretamente ao setor produtivo brasileiro. Em negociações bilaterais de alto nível geopolítico, o presidente Lula anunciou que o Uruguai cedeu ao Brasil parte de sua cota de exportação de carne bovina destinada à China.

A medida amplia significativamente o teto de vendas do setor pecuário nacional para o maior mercado consumidor do mundo. Enquanto setores da oposição propagam mentiras sobre um suposto "antagonismo" entre o governo federal e o agronegócio, os fatos mostram ações concretas que garantem faturamento, novos mercados e fortalecimento para os produtores brasileiros.


2. A Injeção de Renda na Aviação e no Turismo: Recordes Históricos de Passageiros e Setor Corporativo

A retomada do poder de compra e o aquecimento da atividade econômica refletem-se de forma direta no setor aéreo e no turismo nacional. Os dados consolidados de janeiro a agosto mostram que o Brasil segue batendo recordes sucessivos no fluxo de passageiros e no faturamento do turismo corporativo.

Esse crescimento expressivo demonstra a dinamização dos negócios e a maior circulação de viagens no país. Longe dos cenários catastróficos alardeados pelos críticos do governo, o ambiente econômico real é de viagens lotadas, hotéis movimentados e empresas investindo em expansão e mobilidade comercial.


3. Prestígio e Liderança Internacional: Referência para Atores Globais

O isolamento internacional do Brasil ficou no passado. A relevância e a liderança do presidente Lula continuam sendo reconhecidas por intelectuais, líderes e figuras públicas internacionais, como demonstrado pelas declarações do acadêmico e pensador Mahmood Mamdani, que destacou a trajetória e as políticas de combate à desigualdade promovidas por Lula como fonte de inspiração.

Durante o diálogo, o presidente convidou formalmente Mamdani a visitar o Brasil para trocar experiências sobre desenvolvimento social e soberania. O episódio reforça a reconstrução das pontes diplomáticas do país e a projeção do Brasil como protagonista global nas pautas de justiça social, paz e transição ecológica.


4. Responsabilidade Macroeconômica e Estabilidade dos Mercados

No ambiente financeiro, o acompanhamento diário do mercado revela a manutenção da estabilidade e a confiança dos investidores nas diretrizes macroeconômicas do governo federal. O comportamento da moeda estrangeira e a sólida performance das empresas nas bolsas demonstram a resiliência da economia brasileira frente aos cenários internacionais.

O controle da inflação, aliado à geração contínua de empregos formais e à atração de investimentos produtivos, desmente a tese do descontrole fiscal agitada por analistas alinhados à oposição. A economia responde com dados e estabilidade, e não com especulação partidária.


Concluindo: Exigir Fatos em Vez de Narrativas

Os dados sobre o agronegócio, os recordes no setor aéreo, o reconhecimento internacional e a estabilidade financeira não são opiniões: são fatos documentados e mensuráveis.

Para a sociedade catarinense, compreender o cenário real exige furar a bolha da desinformação e cobrar da mídia local uma cobertura isenta e responsável. O Brasil voltou a crescer com planejamento, diplomacia pragmática e foco no desenvolvimento econômico com inclusão social.



Flávio, Carlos, Jair e Eduardo, os Quatro Trapaceiros... (Parte II)

 Os Herdeiros do Truque: As Trapaças e Escândalos da Dinastia Bolsonaro

Na célebre obra de Alexandre Dumas, os Três Mosqueteiros usavam o lema "um por todos e todos por um" para defender valores de lealdade e honra. Na versão política brasileira, inspirada na recente análise do jornalista Juca Kfouri, a dinastia que dominou e radicalizou o debate público nos últimos anos encarna o oposto exato: a arte da trapaça diária, da fuga de responsabilidades e do privilégio institucional à custa do dinheiro e da fé do povo brasileiro.

Seja manipulando verbas públicas, fugindo do dever parlamentar, omitindo mecenas obscuros ou enfrentando acusações formais na Justiça, cada um dos herdeiros políticos do ex-presidente carrega a sua cota de contradição moral.


1. Eduardo Bolsonaro: O "Lobby" em Dólar e as Omissões Convenientes

Nos Estados Unidos, fingindo representar a "liberdade" e atacando as instituições democráticas brasileiras, Eduardo Bolsonaro exibe com orgulho o filme propagandístico Dark Horse. A fachada de defensor dos valores conservadores ruína rapidamente quando se olha para o financiamento por trás da cortina de fumaça.

Eduardo omite deliberadamente os repasses do banqueiro Daniel Vorcaro — investigação que está sob os olhos atentos da Polícia Federal. Enquanto viaja em eventos de extrema-direita promovendo teorias da conspiração em solo americano, esquiva-se de explicar como o dinheiro que financia sua estadia e suas produções transita entre grandes empresários e esquemas investigados. É o patriota que vive no exterior sustentado pelo capital oculto dos bastidores do poder.


2. Flávio Bolsonaro: As Emendas da Vergonha e a Sombra das Milícias

O senador Flávio Bolsonaro, figura central do clã, continua a dar aulas de retórica sobre "moralidade e segurança pública", mas seus atos parlamentares contam uma história bem diferente.

A Polícia Federal revelou que Flávio destinou cerca de R$ 200 mil em emendas parlamentares a um projeto esportivo no Rio de Janeiro após tratativas diretas de sua assessoria com Robson Calixto Fonseca, o "Peixe" — condenado pelo STF por participação no grupo criminoso ligado ao assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Diálogos apontam pedidos de vantagens indevidas e indícios de desvio de recursos. Em vez de dar explicações plausíveis e transparentes sobre sua promiscuidade com figuras ligadas às milícias e ao crime organizado, Flávio prefere incitar a população com falácias sobre o orçamento social e atacar a fiscalização legal do Estado.


3. Jair Renan: A Malandragem do Privilégio e o "Cria Vergonha na Cara"

Tratado como a mais nova aposta eleitoral do clã em Santa Catarina, o vereador Jair Renan (o "04") demonstra em praça pública o desprezo pelo trabalho e pela confiança do eleitor.

Com um salário que ultrapassa os R$ 18 mil mensais, o parlamentar bateu recordes de faltas não justificadas — acumulando ausências em comissões essenciais como a de Segurança Pública. Ao choramingar no plenário para que a Câmara não descontasse o valor de suas faltas do próprio contracheque, ouviu a resposta direta de colegas de vereança: "Cria vergonha na cara". É o retrato acabado do patrimonialismo: usufruir do Fundo Eleitoral e das regalias do cargo público, mas recusar-se a cumprir o expediente básico de um trabalhador.


4. Carlos Bolsonaro: O Gabinete do Ódio Encontra a Justiça

O "02", tido por anos como o estrategista do ecossistema de desinformação da família, finalmente começou a prestar contas perante a lei. Em junho deste ano, a Justiça aceitou a denúncia formal apresentada pelo Ministério Público contra assessores diretos de Carlos Bolsonaro por esquemas de contratação de funcionários fantasmas e a prática criminosa de "rachadinha" em seu gabinete na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

A máscara do guerreiro digital indignado contra a corrupção caiu diante das provas documentais do uso do erário municipal para encher os próprios bolsos e alimentar uma máquina paralela de poder.


Concluindo: A Sociedade Não Pode Ser Cúmplice

Seja no nível federal, no plano das emendas com milicianos, na vida mansa municipal de quem não quer trabalhar ou nos esquemas de gabinete, a dinastia apresenta um padrão único de atuação: a trapaça como método.

Para Santa Catarina e para o Brasil, fica a lição: o moralismo de fachada é apenas o véu que cobre o privilégio, a mamata e o crime. Cobrar explicações, denunciar a malandragem institucional e exigir decoro não é questão de preferência partidária; é o mínimo para que a política volte a servir ao povo, e não a uma família de ávidos trapaceiros.



segunda-feira, setembro 21, 2026

Enquanto isso... no mais Nazifascista e Corrupto dos Estados Brasileiros: Santa Catarina em Alerta... (Parte XXVIII)

 O Perigo Silencioso do Extremismo e a Gangrena da Corrupção

Introdução

Nossa amada Santa Catarina, terra de paisagens deslumbrantes e povo trabalhador, enfrenta desafios que testam a força da nossa democracia e a integridade do nosso tecido social. Não podemos nos dar ao luxo da negação. Este texto é um chamado à reflexão e à vigilância. Precisamos encarar de frente duas ameaças insidiosas que, se não combatidas com firmeza, podem comprometer o futuro do nosso estado: o avanço do extremismo, em especial o neonazismo, e a persistência da corrupção que corrói o patrimônio público.


Parte 1: A Sombra do Passado no Presente – O Perigo do Neonazismo em SC

É com profunda preocupação que observamos o crescimento de células e manifestações neonazistas em nosso território. Santa Catarina, infelizmente, concentra uma das maiores densidades desses grupos no país por proporção de habitantes. Isso não é apenas uma estatística; é uma ameaça real e palpável.

O neonazismo não é liberdade de expressão; é uma ideologia de ódio, exclusão e violência que nega a dignidade humana. Quando permitimos que esses ideais circulem, mesmo que de forma camuflada no ambiente digital ou em fóruns universitários, estamos plantando as sementes da intolerância que podem germinar em violência física e atentados. As forças de segurança têm agido, mas a sociedade precisa estar em alerta constante contra a apologia a ideais eugenistas, supremacistas e discursos de discriminação. Não há espaço para o ódio em uma sociedade que aspira ser justa e democrática.

Confira abaixo o resumo das principais ações recentes de combate a essa ameaça e um triste episódio de violência política:

Quadro 1: Extremismo e Violência em Santa Catarina (Ações Recentes e Episódios)

Categoria

Descrição da Ação / Episódio

Acontecimentos Registrados

Combate Organizado

Operação Nuremberg e Denúncias do MPSC

Denúncia de 14 integrantes de grupo skinhead organizado e violento.

Estrutura: Rede hierárquica rigorosa, mensalidades, rituais de "batismo", uso de símbolo supremacistal ("Sol Negro") associado a fuzil AK-47.

Infiltração Institucional: Célula contava com conivência de escrivã da Polícia Civil e PM de SP, além de apoio jurídico.

Ação na Internet

Operação Estigma e Crimes Virtuais

Polícia Civil agiu contra apologia ao nazismo e discursos de ódio digital.

• Mandados em Campos Novos  após denúncias de perfis propagando ideologias extremistas.

• Objetivo: Interromper preventivamente a escalada para atentados físicos.

• No CyberGAECO, monitoramento contínuo da Deep Web, Telegram e Signal .

Ações Universitárias/Atentados

Operações e Cooperação Internacional

• Operação contra estudante universitário em Florianópolis que usava Instagram para conteúdos discriminatórios e símbolos camuflados (Cruz de Ferro).

• Cooperação com inteligência dos EUA para interceptar comunicações em fóruns extremistas que planejavam ataques a escolas e faziam apologia à eugenia.

Violência Política

Episódio em Jaraguá do Sul

Noite de 12/09/2026: A advogada e candidata Fernanda Klitzke  (PT) foi derrubada, chutada e atingida por tiros de bala de borracha pela PM.

• Ocorrência de perturbação de sossego.

• Imagens mostram a candidata sendo imobilizada com "mata-leão" e alvejada à queima-roupa.

• O PT nacional classificou como violência política; a OAB local repudiou a truculência. A PM alega resistência.

 

Parte 2: A Gangrena que Nos Rouba o Futuro – O Clamor Contra a Corrupção

Se o extremismo ameaça nossa convivência, a corrupção gangrena o corpo do Estado. Ela é uma doença insidiosa que desvia recursos vitais que deveriam ir para a saúde, educação, infraestrutura e segurança. Cada centavo desviado é um direito roubado do cidadão catarinense.

A corrupção se manifesta de muitas formas: fraudes em licitações, cartéis, pagamento de propinas, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. Ela cria um "mercado oculto" que beneficia poucos em detrimento da maioria. É revoltante ver agentes públicos e vigilantes envolvidos na entrada de drogas e celulares em prisões, ou prefeituras envolvidas em esquemas de propina em contratos de sistemas informatizados.

A corrupção não é apenas um crime financeiro; é um crime social que perpetua a desigualdade e mina a confiança nas instituições. A sociedade catarinense precisa gritar: Basta! Exigimos transparência, fiscalização rigorosa e punição exemplar para todos os envolvidos, sejam eles agentes públicos ou empresários gananciosos. A luta contra a corrupção é uma luta de todos nós.

Veja a extensão desse problema através das inúmeras operações recentes do GAECO e da Polícia Civil:

Quadro 2: O Combate à Corrupção e Crimes Financeiros em SC (Últimos 60 Dias)

Foco / Tipo de Crime

Nome da Operação (Data)

Ações e Impacto Registrados

Sonegação / Lavagem

Operação Mercado Oculto  (02/09/2026)

GAECO atuou contra rede de comércios por crimes tributários e lavagem de dinheiro.

• 31 mandados de busca em SC e PR.

• Sequestro de bens estimado em até R$ 8,9 milhões.

Fraudes em Licitações

Operação Passárgada  (03/09/2026)

Polícia Civil investigou corrupção e desvios em contratos públicos de prefeituras.

• 11 mandados de busca no Sul catarinense (Tubarão, Criciúma, Içara, Morro da Fumaça, Siderópolis).

Agentes Públicos

Operação Linha Oculta (18/09/2026)

Investigou entrada ilegal de celulares, drogas e relógios em unidade prisional da Grande Florianópolis.

• Mandados contra agentes públicos e vigilantes terceirizados.

Propinas em Contratos

Operação Gaiola Digital (09/07/2026)

GAECO focou em propina e lavagem de dinheiro em contratos de prefeituras para sistemas informatizados.

• 17 mandados de busca (Lages, Blumenau, Balneário Camboriú).

Cartel e Fraudes

Combate a Cartel em Licitações (07/07/2026)

Ação contra fraudes licitatórias e cartel.

• 50 mandados de busca em 19 municípios (18 catarinenses) e prisão preventiva.

Ameaças / Facções / Outros

Diversas Operações (Jul/Set 2026)

• Operação Coluna Sul (01/07) : Interestadual contra facção, 320 ordens judiciais.

• Operação Istós (18/08): Contra facção em Chapecó e região.

• Operação Enforcer (15/09): Contra suspeito de ameaças a autoridade e familiares.

• Operação Mariposa (Set)  e Ação Crimes Sexuais (27/08): Contra material de abuso sexual infantojuvenil.


Concluindo

Os dados e fatos apresentados não deixam dúvidas: Santa Catarina está sob ataque de extremistas que pregam o ódio e de corruptos que saqueiam o erário. Não podemos nos calar. É hora de unirmos forças – cidadãos, instituições, forças de segurança e órgãos de fiscalização – para repelir essas ameaças. A defesa da nossa democracia, da dignidade humana e do patrimônio público exige coragem e ação. Que Santa Catarina seja exemplo de resistência e de combate incansável a tudo o que nos nega o futuro.



Eles Mentem... Mentem... Mentem... CRIMINOSA, Cretina e Insanamente... Mentem: A Política da Mentira... (Parte XIV)

 Como o Uso Sistemático de Fake News Tenta Enganar Santa Catarina

A democracia brasileira enfrenta uma das suas piores patologias: a substituição do debate público sério por uma engrenagem fria e calculada de desinformação. O uso de fake news, edições fora de contexto e cortinas de fumaça tornou-se a ferramenta preferida daqueles que não possuem argumentos, entregas ou compromisso ético com a população.

Em Santa Catarina, o governador Jorginho Mello (PL) volta a recorrer a essa prática de forma insana para fustigar a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao manipular declarações e recortar vídeos de agendas oficiais, constrói-se uma narrativa falsa de que o governo federal estaria "atacando" o povo ou o agronegócio catarinense. É um alerta urgente à sociedade catarinense: não podemos ser coniventes com a mentira institucionalizada.


O Histórico do Engano: De Vítimas das Chuvas a Direitos Humanos

O padrão de conduta não é novo. A população catarinense precisa recordar que a desinformação já foi utilizada pelo próprio governador em momentos de dor e vulnerabilidade social:

1.     O Caso dos Caminhões de Doações (2024): No auge da tragédia climática do Rio Grande do Sul, o governador divulgou vídeos alegando que caminhões com ajuda humanitária estavam sendo barrados e multados. A narrativa foi desmentida categoricamente pela ANTT, revelando uma exploração política irresponsável em cima da solidariedade do povo sulista.

2.     Distorção sobre Direitos Humanos (2025): Com um cassetete em mãos, o governador associou o Plano Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos à escolta de invasores de terras, motivando representações no Ministério Público por incitação à hostilidade e manipulação da verdade.

3.     Recortes Eleitoreiros (2026): O uso de cortes descontextualizados e edições direcionadas contra o presidente da República não passa de uma tentativa de criar uma inimizade artificial entre o governo federal e o estado de Santa Catarina para auferir ganhos eleitorais mesquinhos.


A Verdade sobre o Bolsa Família: Império da Lei, Não Devaneio Político

Enquanto a fábrica de boatos trabalha para semear a divisão, discursos irresponsáveis trazidos por figuras como o senador Flávio Bolsonaro buscam tumultuar e desinformar a população sobre os programas sociais.

É preciso restabelecer a verdade: o reajuste e a correção do Bolsa Família nada têm a ver com vontades isoladas ou "canetadas" eleitorais, mas sim com o estrito cumprimento da Lei aprovada em 2023. O governo federal apenas cumpre o que determina a legislação aprovada pelo Congresso Nacional para garantir a recomposição do poder de compra das famílias mais vulneráveis do país. Tratar o direito legal do povo como barganha política é uma desonestidade intelectual sem precedentes.


Mudar o Foco: Quem Deve Explicações à Sociedade?

É sintomático que aqueles que passam o dia alimentando teorias da conspiração e espalhando pânico nas redes sociais sejam exatamente os mesmos que fogem de dar esclarecimentos sobre a sua própria conduta.

Como apontou o analista Leonardo Sakamoto, em vez de incitar o povo brasileiro com discursos alarmistas e desinformação diária, Flávio Bolsonaro deveria vir a público e dar explicações transparentes sobre suas ligações com as milícias e com figuras obscuras que atravessaram seu mandato e seu gabinete.

O uso de bombas de fumaça ideológicas atende a um propósito muito claro: desviar a atenção do eleitor das investigações, da falta de ética e das suspeitas de corrupção e favorecimento ilícito.


Concluindo: Santa Catarina Exige Verdade e Respeito

O eleitor catarinense é trabalhador, altivo e consciente. Não pode aceitar ser tratado como massa de manobra por políticos que utilizam o mandato para fabricar inimizades imaginárias e blindar aliados do crime.

Exigir verdade na comunicação pública não é uma questão partidária; é o pilar mínimo para a convivência democrática e o respeito ao cidadão. Diga não à fake news e à manipulação da fé e da confiança do nosso povo!



domingo, setembro 20, 2026

QUANDO OS LOUCOS CONDUZEM OS CEGOS... A Máscara da Falsa Moralidade... (Parte XIV)

 A Violência Contra a Imprensa e a Submissão Cafajeste ao Dinheiro

A política brasileira vive um dos seus momentos mais degradantes, em que o ódio cego e a hipocrisia tornaram-se moedas de troca eleitoral. Duas notícias recentes escancaram a entranha desse ecossistema doentio: de um lado, a agressão misógina e covarde sofrida pela jornalista Juliana Dal Piva; de outro, o vazamento de áudios que mostram a submissão subserviente e cheia de segundas intenções do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) a figuras do poder financeiro.

É preciso dar nome aos bois e encarar a realidade: enquanto a militância extremista é alimentada por discursos de ódio para atacar quem investiga e noticia a verdade, nos bastidores, os ditos "paladinos da moral" agem no velho e fisiológico toma-lá-dá-Cá.


A Covardia contra o Jornalismo Independente

A repórter Juliana Dal Piva vem sendo alvo de uma escalada inaceitável de agressões virtuais e psicológicas perpetradas por apoiadores do extremismo político. O crime de Juliana? Exercer o jornalismo de investigação com rigor, revelando os bastidores do poder.

Como a própria jornalista desabafou com coragem e lucidez:

“Quando começamos a planejar a cobertura da eleição de 2026, eu logo senti que precisaria me preparar psicologicamente para reviver muito trauma. Não costumo falar disso porque me recuso a ser colocada nesse lugar de vítima. Meu lugar é de repórter, mas infelizmente, sim, já fui vítima de muita violência por simplesmente exercer meu trabalho e isso me deixou traumas. Então, ao decidir fazer o perfil do Flávio Bolsonaro em podcast, eu entendi que isso poderia se repetir e comecei a me preparar.

Já na matéria da foto do Flávio com o Sicário todos os ataques meio que recomeçaram ainda que numa proporção que parecia usual. Aos poucos, porém, tudo foi crescendo. Obviamente explodiu depois da matéria do áudio do Nikolas e segue crescendo. Essa última semana foi bem difícil. Já tinha lidado com agressões de incentivo ao suicídio, mas foi talvez a primeira vez que, pra mim, chegou a questão da agressão sexual. É tudo nojento demais. Absurdo demais. Surreal mesmo. Eu estou bem. Cuidada pela minha equipe, amigos e família, mas não vou naturalizar não. Nada disso é normal e existem muitos responsáveis. Não dá pra gente se acostumar com isso. Eu, ao menos, não vou.”

A agressão de cunho sexual e o assédio moral direcionados a uma profissional no exercício de sua função não são apenas ataques pessoais; são tentativas deliberadas de silenciar a imprensa e ferir a democracia. Nada disso pode ser naturalizado.


A "Pintinha no Nariz" e a Falsa Ilusão da Moralidade

A indignação contra a violência à imprensa ganha contornos ainda mais revoltantes quando analisamos o estopim da última onda de ataques: a revelação de áudios que desmascaram o deputado Nikolas Ferreira.

Divulgados pelo ICL Notícias, os áudios mostram o parlamentar em tom informal e submisso chamando o banqueiro Daniel Vorcaro de "Dani" e pedindo ajuda para destravar um ativo minerário de seu ex-assessor e advogado, Thiago Rodrigues de Faria. Mais do que o pedido de favor sobre um negócio bilionário de mineração sob investigação, o áudio revela o parlamentar pedindo desculpas ao banqueiro por ter criticado anteriormente um evento patrocinado pela instituição financeira: "Se eu soubesse que o banco era teu, Dani, não teria postado".

Como bem analisou o jornalista Reinaldo Azevedo*, o paladino que sai pelas redes sociais "vomitando moralidade" e atacando adversários mostra sua verdadeira face no privado. Nas redes, apresenta-se como um guerreiro destemido; nos bastidores, retrata-se humildemente com o capital assim que percebe quem é o dono do cheque.

Reinaldo Azevedo utiliza uma metáfora cirúrgica baseada em Dostoiévski: a imagem idealizada que a militância cria de um líder político desmorona ao notar "uma pintinha no nariz". No caso desse parlamentar, não se trata de uma simples pintinha, mas de uma mancha gigantesca: o uso do mandato para interceder por interesses particulares de aliados enquanto humilha a ética em nome da conveniência.

*https://www.youtube.com/watch?v=POZNCGCpBjM


Um Apelo Urgente ao Eleitorado: Chega de Apoiar o Ódio e a Corrupção

Até quando parte do eleitorado aceitará ser manobra de massa para manter no poder figuras que vendem ilusões morais enquanto praticam a subserviência ao poder financeiro?

O eleitor que apoia esse tipo de conduta movido unicamente pelo ódio ideológico precisa abrir os olhos. O ódio cego serve apenas como cortina de fumaça: enquanto a militância é incitada a agredir jornalistas, perseguir opositores e espalhar ameaças sexuais e de suicídio, os líderes  cafajestes desse movimento utilizam a influência política para desfrutar da intimidade dos grandes gabinetes e defender interesses privados.

A verdadeira corrupção não se dá apenas na troca direta de valores, mas na corrupção da verdade, da linguagem e da ética pública. É urgente que o eleitorado supere o ressentimento irracional e passe a exigir integridade real. Apoiar a violência contra repórteres e fechar os olhos para a hipocrisia de políticos profissionais não é "defesa da família ou da liberdade"; é cumplicidade com o que há de mais carcomido e nefasto na política brasileira.



quinta-feira, setembro 17, 2026

Como a Mídia Boca Alugada Mantém Viva a Desinformação e a Manipulação... Todos os dias... (Parte X)

 A "Aposta do Caos" Desmentida pelos Fatos: Como a Expansão da Havan Reflete a Economia Real

Às vésperas da eleição presidencial de 2022, o discurso catastrofista empresarial tentava impor o medo: o empresariado alinhado ao governo anterior alardeava a fuga de capitais e até o encerramento de atividades caso a candidatura progressista saísse vitoriosa. Passados quase quatro anos, o desempenho operacional e o faturamento de grandes redes do varejo — com destaque emblemático para a própria Havan — revelam um cenário diametralmente oposto à retórica de crise.


Do Faturamento Médio à Abertura de Lojas: O Salto do Varejo

Os indicadores do grupo Havan evidenciam o fortalecimento do mercado consumidor interno e o aumento do poder de compra da população no período recente:

ü  Expansão de Unidades: Durante a gestão Bolsonaro (2019–2022), a rede encerrou o ciclo com 174 lojas abertas. No período 2023–2026, a marca atingiu 196 megalojas, com previsão de alcançar a faixa de 200 unidades até o fim de 2026 (um acréscimo de até 30 novas lojas).

ü  Faturamento Anual e Mensal: O faturamento bruto anual saltou de R$ 15 bilhões em 2022 (média mensal de R$ 1,25 bilhão) para uma projeção de R$ 22 bilhões em 2026 (média de R$ 1,83 bilhão por mês), após registrar R$ 18,5 bilhões em 2025.

ü  Média de Vendas por Loja: A média mensal de vendas por unidade subiu de R$ 7.183.908,05 no governo anterior para R$ 9.226.734,70 na atual gestão — representando um crescimento expressivo de 29,87% no rendimento médio por loja.


Estabilidade de Preços e Controle Inflacionário

A sustentação dessa expansão do varejo fundamenta-se na desaceleração dos índices inflacionários e na previsibilidade de custos operacionais:

ü  IPCA (Inflação Oficial): O acumulado de quatro anos do mandato anterior atingiu 26,93% (média anual de ~6,1%). Em contrapartida, os dados recentes mostram o IPCA sob controle, registrando 4,62% em 2023 (dentro da meta do Banco Central) e 4,83% em 2024.

ü  IGP-M (Custos de Aluguel e Insumos): O Índice Geral de Preços - Mercado acumulou alta severa de 67,2% entre 2019 e 2022, encarecendo contratos e insumos. Na gestão atual, o índice registrou deflação histórica de -3,18% em 2023 e recuperação moderada de 6,18% em 2024, aliviando a pressão sobre custos fixos do setor produtivo.

Os dados mostram que a atividade econômica real ganha tração com massa salarial, emprego em alta e inflação sob controle, desmentindo previsões alarmistas e provando que o consumo das famílias continua sendo o verdadeiro motor do desenvolvimento nacional.



Como a Mídia Boca Alugada Mantém Viva a Desinformação e a Manipulação... Todos os dias... (Parte IX)

 O Viés da Incredulidade: Por que a Mídia Hegemonica Reluta em Pautar os Avanços Econômicos do País?

Quando um estudo de consultoria de mercado demonstra que ativos como o Ibovespa e o índice de dividendos registraram retornos superiores sob a atual gestão em comparação com o ciclo anterior, surge uma questão central sobre o papel do jornalismo econômico tradicional no Brasil: por que a grande mídia demonstra tamanha assimetria ao noticiar conquistas e avanços do governo federal?

A hesitação em expor indicadores positivos de forma direta e sem ressalvas não ocorre por mera falta de dados — o Portal da Transparência e consultorias independentes do próprio mercado disponibilizam boletins constantes. Pelo contrário, essa opacidade se enraíza em escolhas editoriais históricas, nas quais o noticiário prioriza a fricção fiscal e projeções pessimistas, enquanto dilui dados concretos de crescimento e rentabilidade em notas de rodapé ou sob manchetes condicionalmente negativas.

Ao aplicar "padrões duplos" na cobertura, a grande imprensa frequentemente trata conquistas macroeconômicas sólidas como meros "acasos externos", ao mesmo tempo em que converte ruídos políticos em iminentes crises sistêmicas. O quadro comparativo a seguir expõe a força dos números brutos em contraste com o silêncio seletivo que costuma cercá-los:


O Mercado em Perspectiva: O Retorno dos Investimentos sob Diferentes Gestões

Analisar o desempenho dos mercados financeiros sob diferentes mandatos informados pela conjuntura macroeconômica e política oferece um raio-X valioso sobre a alocação de ativos e a rentabilidade real e nominal da economia nacional.

Um levantamento realizado pela consultoria Elos Ayta comparou a evolução dos principais índices de renda variável, renda fixa, indicadores de inflação e ativos globais durante o governo de Jair Bolsonaro e o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O estudo aponta variações expressivas na rentabilidade de ativos como o Ibovespa, IDIV, CDI e moedas estrangeiras.

O quadro comparativo abaixo sintetiza as taxas acumuladas em cada período:

Indicador / Ativo

Governo Bolsonaro

Governo Lula 3

Ibovespa (Ações do Mercado)

+24,86%

+69,96%

IDIV (Índice de Dividendos)

+51,51%

+82,78%

CDI (Renda Fixa e Juros)

+27,79%

+57,46%

IMA-Geral (Títulos Públicos/Renda Fixa)

+31,00%

+44,10%

IPCA (Inflação Acumulada)

+26,93%

+17,90%

Nota do Blog: Os dados do Governo Lula 3 compreendem a medição acumulada de janeiro de 2023 até meados de setembro de 2026, conforme levantamento técnico.