O Preço da Insanidade: Corrupção, Chocolates
e o Custo do Extremismo para o Brasil
Em nossos artigos anteriores, discutimos como o
extremismo isola Santa Catarina e ameaça nossa economia. Mas o perigo vai além
da política externa; ele toca na ética mais elementar e no bolso de cada
brasileiro. Quando olhamos para o histórico da família Bolsonaro e seus
aliados, percebemos que a "insanidade" das falas não é apenas um
estilo de comunicação, mas uma cortina de fumaça para práticas que corroem o
Estado.
1. A Corrupção
"Insólita": Do Poder às Chocolatarias
https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/fl%C3%A1vio-bolsonaro-e-chocolates-entenda-o-mais-ins%C3%B3lito-caso-de-corrup%C3%A7%C3%A3o-atribu%C3%ADdo-ao-senador/ar-AA20gXBJ?ocid=hpmsn&cvid=69d40f403638430a9f479053603af7b4&ei=127
A
corrupção nem sempre se veste de grandes malas de dinheiro; às vezes, ela se
esconde em negócios aparentemente banais. O caso de Flávio Bolsonaro e a sua loja de chocolates é um dos
exemplos mais emblemáticos. As investigações apontam um esquema de lavagem de
dinheiro que transforma o lucro de uma franquia em um mecanismo para legalizar
recursos de origem duvidosa (as famosas "rachadinhas"). Para o
eleitor que busca honestidade, fica o alerta: quem não respeita o dinheiro
público no detalhe, não o respeitará no montante.
2. O Custo da Estupidez Política
Como
bem destacado em análise econômica recente, existe um "preço em dólar para a estupidez política".
Cada fala negacionista durante a pandemia, cada ataque diplomático aos nossos
maiores parceiros comerciais e cada ameaça às instituições gera incerteza. A
incerteza afasta investidores, desvaloriza o real e encarece o custo de vida.
O governo de Jair Bolsonaro (2019-2022) nos deixou um
legado de insanidades custosas:
·
Negacionismo
na Pandemia: A
postura de "não sou coveiro" e o atraso nas vacinas não foram apenas
erros de fala; foram erros que custaram vidas e retardaram a retomada
econômica.
·
Ataque ao
Meio Ambiente: A
paralisação do Fundo Amazônia e o descaso ambiental colocaram o Brasil (e SC,
como grande exportador) na lista negra do mercado internacional.
·
Corrupção
no MEC e nas Vacinas:
Do ouro pedido por pastores no Ministério da Educação às tentativas de
superfaturamento de vacinas, o discurso de "acabou a corrupção" ruiu
diante da realidade dos fatos.
3. O Destino do
Extremismo: A Justiça e o Isolamento
O
radicalismo tenta se internacionalizar, mas o destino costuma ser o banco dos
réus. Eduardo Bolsonaro, após
falas controversas nos EUA que flertam com o golpismo, agora se torna alvo de
investigações que podem levá-lo ao mesmo destino de inelegibilidade de seu pai.
O indiciamento por coação e tentativa de golpe de Estado mostra que as
instituições brasileiras não aceitam mais a "maluquice" como método
de governo.
Concluindo: Santa
Catarina e a Escolha pela Sanidade
Por que é vital falarmos disso agora? Porque Santa
Catarina precisa escolher entre o isolamento da "insanidade" ou o
caminho da Frente Ampla e do
Equilíbrio.
A tentativa de unificar setores produtivos e empresariais
em chapas moderadas é a resposta necessária para nos libertarmos desse ciclo de
escândalos e má gestão. Não podemos permitir que o nosso estado seja refém de
uma família que confunde o público com o privado e a política com o caos.
Nesta mensagem de libertação, que a nossa maior alforria
seja da mentira e da corrupção fantasiada de patriotismo. O futuro de Santa
Catarina é sério, ético e democrático.










