A Marketagem que Mata: O Negacionismo de jorginho mello (letras minúsculas) diante do TOPO 10 do Feminicídio Nacional...
Enquanto a propaganda oficial gasta milhões para
vender Santa Catarina como "o estado mais seguro do Brasil", as
estatísticas de gênero gritam o contrário. Em 2025, nosso estado consolidou-se
no Top 10 nacional de feminicídios e alcançou a vergonhosa 5ª posição
em tentativas de assassinato contra mulheres. Mas, para o governo de menino de 5a. série, de Jorginho Mello, a prioridade não é salvar vidas, mas sim manter o verniz
ideológico de um "Governo de Facção" que ignora a realidade para
alimentar o nazifascismo moderno.
1. A Invisibilidade do Parceiro:
A Estratégia do Apagamento
Um dos pilares da manipulação de massa descrita por
Chomsky é a omissão de fatos. O governo catarinense, em suas redes
sociais (como visto em vídeos recentes), recusa-se sistematicamente a dar
crédito ao Governo Federal por programas e recursos que beneficiam o estado.
Esse "apagamento" não é apenas má
educação política; é uma tática para criar no cidadão a ilusão de que o Estado
é um enclave autossuficiente e isolado do restante do Brasil. É o uso da "Mídia
Boca Alugada" para construir uma narrativa de supremacia regional que
ignora a cooperação federativa em nome de um projeto de poder extremista.
2. A Recusa do Pacto: Ideologia
acima da Vida
A decisão do governador em não aderir ao Pacto
Nacional contra o Feminicídio é o exemplo máximo da Corrupção Ética.
Diante de uma média de uma mulher assassinada por semana (com mais de 47
casos consumados em 2025 e 324 desde 2020), recusar ajuda federal é um ato de
negligência criminosa.
Por que recusar? Porque aceitar o Pacto seria
admitir que SC não é o paraíso que a "marketagem" vende. Para o
nazifascismo e a extrema-direita, o controle dos corpos e a manutenção do
patriarcado são mais importantes do que políticas públicas de proteção. Eles
preferem que as mulheres morram em um "estado soberano" do que sejam
salvas por um programa federal que eles rotulam como "inimigo".
3. A Contradição Sangrenta: O
"Estado Seguro" para Quem?
Os dados de 2025 revelam a grande mentira do
governo:
ü
Homicídios gerais baixos: Usados como troféu na TV.
ü
Feminicídios no Top 10: Escondidos sob o tapete da propaganda.
Essa disparidade mostra que a segurança em SC é
seletiva. O estado é "seguro" para a imagem do governante, mas é um
território de caça para agressores de mulheres. Ao atingir a 5ª posição nacional
em tentativas de feminicídio, SC prova que a violência de gênero é o
"efeito colateral" de um governo que promove a mediocridade e o ódio
como política de estado.
"Quando o governo se recusa
a nomear o parceiro federal (como no caso do Programa Gás do Povo.. entre outros) e se recusa
a assinar um pacto de vida, ele está assinando uma sentença de morte para mulheres
catarinenses. Isso não é gestão; é fanatismo."
Concluindo: A Marketagem que Mata
Santa Catarina vive sob um regime de Efeito
Manada alimentado pela propaganda. A manada é levada a crer que vivemos em
uma ilha de perfeição, enquanto os recordes de 2025 mostram um estado que
sangra.
Esconder o nome do Governo Federal nos programas
públicos (como no Programa Gás do Povo... entre outros) e dar as costas ao
combate ao feminicídio são faces da mesma moeda: a face do nazifascismo
institucional que coloca o orgulho de facção acima da dignidade humana.
O sangue das 47 mulheres mortas em 2025 também suja
as mãos de quem gasta o dinheiro público com vídeos de Instagram, mas se recusa
a assinar um compromisso pela vida.






