quarta-feira, fevereiro 11, 2026

O Brasil no Fundo do Poço??? (Parte iii)

 

🏛️ Os Donos do Orçamento em SC (Dados de Execução 2025/2026)

Posição na "Farra"

Deputado(a) Real

Partido

Onde o dinheiro "aparece"

Líder do "Bolsão"

Caroline de Toni

PL

Grande foco em municípios do Oeste e em pautas ideológicas que atraem a "manada".

Articulador de Custeio

Carlos Chiodini

MDB

Mestre em enviar recursos de saúde para prefeituras, o que libera verba municipal para propaganda.

O "Rei" das Máquinas

Cobalchini

MDB

Fortíssimo no envio de máquinas e infraestrutura visual (pavimentação de vilas).

A Voz do Governo

Daniel Freitas

PL

Muito ligado à pauta de eventos e à defesa ferrenha do "Custo Bolsonaro".

O Articulador da Serra

Carmen Zanotto

CIDADANIA

Embora licenciada para a prefeitura/secretaria em certos momentos, sua base opera milhões em emendas de saúde.


🔍 O Caso Caroline de Toni: A Ideologia que Custa Caro ao Bolso de SC

"A deputada Caroline de Toni (PL), campeã na indicação de recursos e voz estridente da pauta ideológica, serve como o exemplo perfeito da contradição que denunciamos. Enquanto ela utiliza suas redes sociais para inflamar a 'manada' com discursos morais e religiosos, os números mostram uma realidade cruel: a deputada é uma das maiores entusiastas das políticas que resultaram no Tarifaço Americano.

É uma matemática perversa: ela comemora a entrega de alguns milhões em emendas para municípios do Oeste — o que garante fotos sorridentes e o silêncio da Mídia Boca Alugada local — enquanto o seu apoio irrestrito à estratégia de chantagem internacional da família Bolsonaro ajudou a destruir 43% das nossas exportações para os EUA.

Para a deputada, parece que o 'patriotismo' se resume a salvar o projeto de poder de uma facção, mesmo que isso custe o emprego do trabalhador da madeira e o futuro da indústria catarinense. Ela entrega a emenda que faz a festa na prefeitura, mas o Tarifaço que ela apoia é o que tira o prato de comida da mesa de milhares de famílias. O discurso é de Deus, mas o resultado econômico é o caos."



Se o caso de Caroline de Toni ilustra o "Louco de Deus", o caso de Carmen Zanotto (Ex Cidadania) é o exemplo perfeito da Estratégia da Gradualidade de Chomsky e da política do "Cuidado de Fachada". Ela transita entre o governo estadual e a prefeitura de Lages, usando a saúde como um eterno curativo que nunca cura a ferida, apenas mantém o paciente (o eleitor) dependente.

 

🏥 O Caso Carmen Zanotto: A Política do "Puxadinho" e a Saúde como Refém

"Se Caroline de Toni opera na ideologia, Carmen Zanotto opera na dependência. Especialista em canalizar emendas para a área da saúde, Carmen aperfeiçoou a tática de entregar recursos 'a conta-gotas'. Enquanto ela circula pelos corredores de hospitais em Lages e no Estado prometendo soluções, a realidade de 2026 mostra que a saúde continua em colapso, servindo apenas como uma vitrine eleitoral inesgotável.

O que a Mídia Boca Alugada esconde é que Carmen faz parte da engrenagem que sustenta o Governo de Facção. Ao aceitar cargos e alinhar sua base ao governo estadual, ela se torna cúmplice do silêncio sobre os recordes de feminicídio — um tema que, como mulher e profissional da saúde, ela deveria liderar, mas prefere omitir para não desgastar sua aliança com o 'Louco de Deus'.

Carmen entrega a ambulância com festa e foguetes, mas silencia sobre o fato de que a política econômica que ela apoia está empobrecendo a Serra Catarinense. De que adianta uma emenda para custeio hospitalar se o governo que ela integra veta políticas de proteção à vida das mulheres e ignora o impacto devastador do Tarifaço na indústria local? É a política do paliativo: ela finge que cuida da dor enquanto ajuda a manter o sistema que causa a doença."


🔫 O Caso Julia Zanatta: O Orçamento a Serviço da Estética do Confronto

"Se Caroline de Toni inflama o espírito e Carmen Zanotto opera o corpo, Julia Zanatta foca na imagem. Conhecida por sua estética de combate e pelo uso constante de símbolos como a tiara de flores e o fuzil, Zanatta utiliza as emendas parlamentares como uma extensão de sua 'guerra cultural'.

Enquanto a Mídia Boca Alugada a retrata como uma defensora intransigente de Santa Catarina, o rastro das suas emendas em 2025/2026 revela uma estratégia clara: o fortalecimento de nichos específicos que garantem barulho digital, mas pouca transformação estrutural. Suas indicações costumam privilegiar prefeituras onde o discurso armamentista é forte, criando redutos que funcionam como verdadeiras caixas de ressonância para sua marketagem.

O paradoxo é gritante: Zanatta faz barulho contra o 'sistema', mas é uma das maiores beneficiárias das Emendas-Bolsão, o coração do sistema que ela diz combater. Enquanto ela posa para fotos em estandes de tiro financiados indiretamente pelo clima político que suas emendas ajudam a manter, o Tarifaço Americano — provocado pela diplomacia de chantagem que ela tanto defende — ataca o bolso do cidadão comum.

Para Julia, a emenda parlamentar não é um instrumento de gestão, é munição para o Instagram. Ela entrega o recurso para o aliado local, garante o apoio da rádio da cidade e, no final do dia, quem paga a conta do isolamento internacional de SC é o trabalhador que ela diz representar."

🎭 As Duas Faces da Mesma Moeda: Como o Sistema Te Mantém Refém[R1] 

Característica

Caroline de Toni (A Ideóloga)

Carmen Zanotto (A Assistencialista)

Julia Zanatta (A Agitadora)

A "Isca"

Pautas morais, religião e ataques ao STF.

Saúde, ambulâncias e promessas de hospitais.

Pauta armamentista e estética de "combate".

A Entrega

Emendas para o "asfalto ideológico" no Oeste.

Emendas de custeio para manter prefeituras na mão.

Emendas para nichos ideológicos e redutos barulhentos.

O Silêncio

Ignora o Tarifaço que quebra a indústria de madeira.

Silencia sobre o Feminicídio para não cobrar o Governador.

Ignora que o radicalismo afasta investidores de SC.

O Objetivo

Manter a "Manada" inflamada e fiel à facção.

Manter o eleitor dependente do "favor" na saúde.

Gerar engajamento digital e manter a polarização viva.

O Resultado

Empobrecimento: Ideologia não paga conta de luz.

Estagnação: O curativo não cura a ferida do Estado.

Barulho: Muita foto com fuzil, pouca solução para o custo de vida.


🚀 Fechamento do Artigo:

Seja através do grito de De Toni; dos `` agitos`` da Zanatta; ou do jaleco de Zanotto, o plano é o mesmo: manter você ocupado com migalhas enquanto os grandes problemas de Santa Catarina — a queda nas exportações, a violência contra a mulher e o sequestro do orçamento — continuam sem solução. Elas não servem a você; elas servem ao projeto de poder de uma facção que usa o nosso estado como laboratório de marketagem. A pergunta que fica é: até quando você vai aceitar ser figurante nessa peça de teatro?"


 [R1]

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