“O que vivemos hoje em Santa Catarina é o exemplo
prático do retrocesso anticivilizatório descrito na análise do Estadão”.
Enquanto o governo de Jorginho Mello se utiliza da política do medo e
das pautas ideológicas para manter sua base em alerta, a realidade dos fatos é
deliberadamente atropelada pela mitomania.
O 'medo' fabricado contra inimigos imaginários
serve como uma cortina de fumaça: enquanto a população se distrai com discursos
de 'defesa de valores', o governo opera o desmonte de conquistas civilizatórias
básicas.
Vemos isso na flexibilização desenfreada do licenciamento ambiental — que nos deixa vulneráveis a desastres climáticos — e na inversão ética de um programa que se diz 'gratuito', mas que retira recursos da saúde para financiar o ensino de elites milionárias.
“Quando a mentira se
torna método de gestão e o marketing substitui a verdade, não estamos apenas
diante de uma má administração, mas de um projeto de poder que aposta na
paralisia do pensamento crítico para se perpetuar em 2026.”








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