terça-feira, abril 14, 2026

A Filosofia da Miséria: Quem gosta de caos e desgraça é a Mídia Boca Alugada... e os Extremistas Delirantes...

 

A Economia Real vs. A Miséria do "Andar de Cima": Onde Estão os Fatos?

O Brasil atravessa um momento que deveria ser de celebração técnica. O Ibovespa acaba de superar a marca histórica dos 198 mil pontos e o dólar, pela primeira vez em dois anos, rompeu a barreira para baixo dos R$ 5,00. São números que "bombam" e indicam uma confiança internacional sólida nas diretrizes do governo Lula. No entanto, se você ligar o rádio ou ler certos portais, a sensação é de que vivemos à beira de um abismo. Por que esse divórcio entre a realidade e a narrativa?


1. A Filosofia da Miséria no Poder

Como bem provocou o jornalista Leonardo Sakamoto, vivemos sob o jugo de uma "Filosofia da Miséria" que habita o andar de cima. Esta não é a miséria da falta de pão, mas a miséria da alma e da ética. É a mentalidade de uma elite política e econômica que, mesmo vendo o país prosperar, prefere negar os fatos para não ter que admitir que políticas de inclusão e fortalecimento do mercado interno funcionam.

No "andar de cima", a miséria se traduz na incapacidade de aceitar que o Brasil pode crescer distribuindo renda. Para essa elite, a economia só está boa quando o lucro é concentrado e o povo é silenciado. Quando o dólar cai e a bolsa sobe sob um governo que prioriza o social, o "andar de cima" entra em curto-circuito.


2. O Contraste em Santa Catarina

Aqui no nosso estado, essa "filosofia da miséria" ganha contornos específicos. Enquanto os indicadores nacionais mostram um país avançando, o comando executivo catarinense prefere a estratégia do isolamento.

ü  Gastam-se R$ 163,5 milhões em publicidade (em 2025) para tentar convencer o cidadão de que o progresso é fruto de uma ilha isolada.

ü  Omitir que o Mais Médicos é um programa federal ou que a estabilidade do real beneficia diretamente a nossa agroindústria é uma forma de aplicar essa "filosofia da miséria" na prática jornalística e política.


3. A Verdade dos Números contra o Marketing do Ódio

Os 198 mil pontos da bolsa e o dólar abaixo de R$ 5,00 são dados frios, técnicos e incontestáveis. Eles desmontam a tese de que o investimento social "quebra" o país. Pelo contrário: mostram que a estabilidade política e o respeito às instituições — o oposto do que vimos no extremismo que tentou se instalar no país — são os verdadeiros motores do mercado.

A miséria que reside no andar de cima é, no fundo, uma miséria de visão. É a insistência em manter um antagonismo cego que ignora o interesse público. Eles preferem um país menor, desde que seja só deles.


Concluindo: É preciso subir o nível

Enquanto o "andar de cima" se afunda em sua própria filosofia de exclusão e desinformação, a economia real dá o seu recado. Para nós, que trabalhamos com gestão, cooperativismo e desenvolvimento sustentável, o caminho é claro: não podemos deixar que a "mídia de boca alugada" apague os avanços que garantem comida na mesa e insumos mais baratos para nossa produção.

O Brasil está provando que é possível ser gigante na economia sem ser miserável na ética. Cabe a nós, cidadãos, cobrar que essa prosperidade não fique retida nos anúncios publicitários de R$ 180 milhões, mas que chegue, de fato, ao chão da nossa Santa Catarina.




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