O Brasil é a 8ª Economia do Mundo: Os Fatos
contra o Derrotismo da Mídia
Enquanto
os arautos do caos e os analistas de plantão da grande mídia — aquela bancada
"boca-aluguel" que insiste em enxergar o copo sempre meio vazio —
passam o dia caçando um "mas", um "porém" ou uma vírgula
para criticar a condução econômica do país, a realidade dos fatos insiste em
desmentir o pessimismo programado.
O
Brasil acaba de ultrapassar a Itália e assumiu oficialmente o posto de 8ª maior economia do planeta.
Esse
avanço não é um mero capricho estatístico; é o reflexo direto de um país que
recuperou a previsibilidade, o diálogo institucional e o foco no
desenvolvimento com inclusão social sob o governo Lula. Onde a cartilha do
mercado previa recessão, o que se vê em campo é o crescimento do PIB, o
fortalecimento do mercado interno, o controle da inflação dentro das metas e um
ambiente de negócios que voltou a atrair a confiança internacional.
A
grande ironia é observar a ginástica retórica das manchetes de sempre. Diante
de uma notícia dessa magnitude, o esforço para relativizar o sucesso do governo
chega a ser constrangedor. É o clássico jornalismo do "PIB cresce e o desemprego cai, MAS economistas
alertam para o risco do excesso de otimismo".
Felizmente,
a economia real não se move por manchetes enviesadas, mas por políticas
públicas de Estado sérias, fomento à produção, fortalecimento das cadeias
cooperativas, investimentos na transição ecológica e valorização do
trabalhador.
O
Brasil voltou ao tabuleiro global não para ser coadjuvante, mas para ocupar as
cabeças. Contra a torcida organizada do "quanto pior, melhor", o
resultado está aí para quem quiser ver: o motor da nossa economia voltou a
funcionar, e o país avança a passos firmes, queiram ou não os pessimistas de
plantão.








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