sábado, fevereiro 07, 2026

CRESÇA... CRESÇA E APAREÇA GOVERNADOR... (Parte ii)

 

A Marketagem que Mata: O Negacionismo de jorginho mello (letras minúsculas) diante  do TOPO 10 do Feminicídio Nacional... 

Enquanto a propaganda oficial gasta milhões para vender Santa Catarina como "o estado mais seguro do Brasil", as estatísticas de gênero gritam o contrário. Em 2025, nosso estado consolidou-se no Top 10 nacional de feminicídios e alcançou a vergonhosa 5ª posição em tentativas de assassinato contra mulheres. Mas, para o governo de menino de 5a. série, de Jorginho Mello, a prioridade não é salvar vidas, mas sim manter o verniz ideológico de um "Governo de Facção" que ignora a realidade para alimentar o nazifascismo moderno.


1. A Invisibilidade do Parceiro: A Estratégia do Apagamento

Um dos pilares da manipulação de massa descrita por Chomsky é a omissão de fatos. O governo catarinense, em suas redes sociais (como visto em vídeos recentes), recusa-se sistematicamente a dar crédito ao Governo Federal por programas e recursos que beneficiam o estado.

Esse "apagamento" não é apenas má educação política; é uma tática para criar no cidadão a ilusão de que o Estado é um enclave autossuficiente e isolado do restante do Brasil. É o uso da "Mídia Boca Alugada" para construir uma narrativa de supremacia regional que ignora a cooperação federativa em nome de um projeto de poder extremista.


2. A Recusa do Pacto: Ideologia acima da Vida

A decisão do governador em não aderir ao Pacto Nacional contra o Feminicídio é o exemplo máximo da Corrupção Ética. Diante de uma média de uma mulher assassinada por semana (com mais de 47 casos consumados em 2025 e 324 desde 2020), recusar ajuda federal é um ato de negligência criminosa.

Por que recusar? Porque aceitar o Pacto seria admitir que SC não é o paraíso que a "marketagem" vende. Para o nazifascismo e a extrema-direita, o controle dos corpos e a manutenção do patriarcado são mais importantes do que políticas públicas de proteção. Eles preferem que as mulheres morram em um "estado soberano" do que sejam salvas por um programa federal que eles rotulam como "inimigo".


3. A Contradição Sangrenta: O "Estado Seguro" para Quem?

Os dados de 2025 revelam a grande mentira do governo:

ü  Homicídios gerais baixos: Usados como troféu na TV.

ü  Feminicídios no Top 10: Escondidos sob o tapete da propaganda.

Essa disparidade mostra que a segurança em SC é seletiva. O estado é "seguro" para a imagem do governante, mas é um território de caça para agressores de mulheres. Ao atingir a 5ª posição nacional em tentativas de feminicídio, SC prova que a violência de gênero é o "efeito colateral" de um governo que promove a mediocridade e o ódio como política de estado.

"Quando o governo se recusa a nomear o parceiro federal (como no caso do Programa Gás do Povo.. entre outros) e se recusa a assinar um pacto de vida, ele está assinando uma sentença de morte para mulheres catarinenses. Isso não é gestão; é fanatismo."



Concluindo: A Marketagem que Mata

Santa Catarina vive sob um regime de Efeito Manada alimentado pela propaganda. A manada é levada a crer que vivemos em uma ilha de perfeição, enquanto os recordes de 2025 mostram um estado que sangra.

Esconder o nome do Governo Federal nos programas públicos (como no Programa Gás do Povo... entre outros) e dar as costas ao combate ao feminicídio são faces da mesma moeda: a face do nazifascismo institucional que coloca o orgulho de facção acima da dignidade humana.

O sangue das 47 mulheres mortas em 2025 também suja as mãos de quem gasta o dinheiro público com vídeos de Instagram, mas se recusa a assinar um compromisso pela vida.

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