quinta-feira, setembro 17, 2026

Como a Mídia Boca Alugada Mantém Viva a Desinformação e a Manipulação... Todos os dias... (Parte X)

 A "Aposta do Caos" Desmentida pelos Fatos: Como a Expansão da Havan Reflete a Economia Real

Às vésperas da eleição presidencial de 2022, o discurso catastrofista empresarial tentava impor o medo: o empresariado alinhado ao governo anterior alardeava a fuga de capitais e até o encerramento de atividades caso a candidatura progressista saísse vitoriosa. Passados quase quatro anos, o desempenho operacional e o faturamento de grandes redes do varejo — com destaque emblemático para a própria Havan — revelam um cenário diametralmente oposto à retórica de crise.


Do Faturamento Médio à Abertura de Lojas: O Salto do Varejo

Os indicadores do grupo Havan evidenciam o fortalecimento do mercado consumidor interno e o aumento do poder de compra da população no período recente:

ü  Expansão de Unidades: Durante a gestão Bolsonaro (2019–2022), a rede encerrou o ciclo com 174 lojas abertas. No período 2023–2026, a marca atingiu 196 megalojas, com previsão de alcançar a faixa de 200 unidades até o fim de 2026 (um acréscimo de até 30 novas lojas).

ü  Faturamento Anual e Mensal: O faturamento bruto anual saltou de R$ 15 bilhões em 2022 (média mensal de R$ 1,25 bilhão) para uma projeção de R$ 22 bilhões em 2026 (média de R$ 1,83 bilhão por mês), após registrar R$ 18,5 bilhões em 2025.

ü  Média de Vendas por Loja: A média mensal de vendas por unidade subiu de R$ 7.183.908,05 no governo anterior para R$ 9.226.734,70 na atual gestão — representando um crescimento expressivo de 29,87% no rendimento médio por loja.


Estabilidade de Preços e Controle Inflacionário

A sustentação dessa expansão do varejo fundamenta-se na desaceleração dos índices inflacionários e na previsibilidade de custos operacionais:

ü  IPCA (Inflação Oficial): O acumulado de quatro anos do mandato anterior atingiu 26,93% (média anual de ~6,1%). Em contrapartida, os dados recentes mostram o IPCA sob controle, registrando 4,62% em 2023 (dentro da meta do Banco Central) e 4,83% em 2024.

ü  IGP-M (Custos de Aluguel e Insumos): O Índice Geral de Preços - Mercado acumulou alta severa de 67,2% entre 2019 e 2022, encarecendo contratos e insumos. Na gestão atual, o índice registrou deflação histórica de -3,18% em 2023 e recuperação moderada de 6,18% em 2024, aliviando a pressão sobre custos fixos do setor produtivo.

Os dados mostram que a atividade econômica real ganha tração com massa salarial, emprego em alta e inflação sob controle, desmentindo previsões alarmistas e provando que o consumo das famílias continua sendo o verdadeiro motor do desenvolvimento nacional.



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