A "Aposta do Caos" Desmentida pelos Fatos: Como a Expansão da Havan Reflete a Economia Real
Às
vésperas da eleição presidencial de 2022, o discurso catastrofista empresarial
tentava impor o medo: o empresariado alinhado ao governo anterior alardeava a
fuga de capitais e até o encerramento de atividades caso a candidatura
progressista saísse vitoriosa. Passados quase quatro anos, o desempenho
operacional e o faturamento de grandes redes do varejo — com destaque
emblemático para a própria Havan — revelam um cenário diametralmente oposto à
retórica de crise.
Do
Faturamento Médio à Abertura de Lojas: O Salto do Varejo
Os
indicadores do grupo Havan evidenciam o fortalecimento do mercado consumidor
interno e o aumento do poder de compra da população no período recente:
ü Expansão
de Unidades: Durante
a gestão Bolsonaro (2019–2022), a rede encerrou o ciclo com 174 lojas abertas.
No período 2023–2026, a marca atingiu 196 megalojas, com previsão de alcançar a
faixa de 200 unidades até o fim de 2026 (um acréscimo de até 30 novas lojas).
ü Faturamento
Anual e Mensal: O
faturamento bruto anual saltou de R$ 15 bilhões em 2022 (média mensal de R$
1,25 bilhão) para uma projeção de R$ 22 bilhões em 2026 (média de R$ 1,83
bilhão por mês), após registrar R$ 18,5 bilhões em 2025.
ü Média
de Vendas por Loja: A
média mensal de vendas por unidade subiu de R$ 7.183.908,05 no governo anterior
para R$ 9.226.734,70 na atual gestão — representando um crescimento expressivo
de 29,87% no rendimento médio por loja.
Estabilidade
de Preços e Controle Inflacionário
A
sustentação dessa expansão do varejo fundamenta-se na desaceleração dos índices
inflacionários e na previsibilidade de custos operacionais:
ü IPCA
(Inflação Oficial): O
acumulado de quatro anos do mandato anterior atingiu 26,93% (média anual de
~6,1%). Em contrapartida, os dados recentes mostram o IPCA sob controle,
registrando 4,62% em 2023 (dentro da meta do Banco Central) e 4,83% em 2024.
ü IGP-M
(Custos de Aluguel e Insumos):
O Índice Geral de Preços - Mercado acumulou alta severa de 67,2% entre 2019 e
2022, encarecendo contratos e insumos. Na gestão atual, o índice registrou
deflação histórica de -3,18% em 2023 e recuperação moderada de 6,18% em 2024,
aliviando a pressão sobre custos fixos do setor produtivo.
Os
dados mostram que a atividade econômica real ganha tração com massa salarial,
emprego em alta e inflação sob controle, desmentindo previsões alarmistas e
provando que o consumo das famílias continua sendo o verdadeiro motor do
desenvolvimento nacional.








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