Os factos aqui relatados demonstram que o extremismo em Santa Catarina não é um "fantasma do passado", mas uma ameaça real e presente que se manifesta tanto na violência de grupos organizados quanto em políticas que fragilizam a proteção de minorias. A democracia não se sustenta apenas pelo voto, mas pela resistência quotidiana contra a intolerância.
É fundamental que a sociedade civil, a justiça e os
cidadãos permaneçam atentos: o silêncio perante o ódio é, muitas vezes, o
combustível que o faz crescer. Publicar, denunciar e debater são os primeiros
passos para garantir que o futuro do nosso estado seja pautado pelo respeito e
pela diversidade, e não pela exclusão.








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