quarta-feira, fevereiro 04, 2026

CRESÇA... CRESÇA E APAREÇA GOVERNADOR

 

Jorginho Mello e a "Política da Quinta Série": O Governador que Prefere Incendiar a Governar

O cargo de Governador de Estado exige, por definição constitucional e ética, a estatura de um pacificador. Quem senta na cadeira de comando de uma unidade da federação deve governar para todos, agindo com republicanismo e equilíbrio. No entanto, o que assistimos em Santa Catarina com Jorginho Mello é o oposto: a transformação do Centro Administrativo em um diretório de facção ideológica, onde o ódio substitui o diálogo e o grito soterra a diplomacia.


O Incendiário da Paz Social

Ao utilizar expressões chulas como "o bambu vai roncar" e incitar abertamente a sociedade contra movimentos sociais, Jorginho Mello abdica do papel de autoridade para assumir o de agitador. Ao invés de mediar conflitos agrários com a inteligência da lei, ele prefere o combustível da intolerância.

Essa postura não é apenas irresponsável; é perigosa. Um governante que convoca o confronto físico e promove o "Abril Amarelo" como uma milícia institucionalizada de pensamento único está, na prática, sabotando a paz social em solo catarinense para alimentar algoritmos de redes sociais. É a política do "nós contra eles" levada ao paroxismo da irresponsabilidade.


O Republicanismo Deixado na Gaveta

A incapacidade de Jorginho Mello em manter uma relação institucional mínima com o Governo Federal beira o patético. Seus ataques mentirosos e veementes ao Presidente Lula, seus ministros e ao PT revelam um desconhecimento profundo — ou um desprezo deliberado — sobre o que significa ser um ente federativo.

Atacar quem detém a caneta dos investimentos em infraestrutura e energia para o próprio estado que ele governa não é "coragem", é burrice política. Ao agir como um "garoto mimado e raivoso da quinta série", que prefere a ofensa pessoal ao debate de projetos, Jorginho isola Santa Catarina. Ele coloca seu ego e sua fidelidade cega a uma facção política acima das necessidades reais do povo catarinense.


Política de Nação vs. Política de Facção

O republicanismo exige que se respeite a legitimidade do voto popular, seja ele para governador ou para presidente. Jorginho parece não ter digerido a democracia. Sua atuação é covarde porque utiliza o aparelho do Estado para perseguir adversários e desinformar a população com ataques coordenados, fugindo do papel vital de estadista.

Governar não é fazer "live" de ataque; governar é construir pontes. Enquanto Jorginho Mello continuar preso ao papel de bedel de rede social, Santa Catarina perderá a oportunidade de ser protagonista nacional pela competência, sendo lembrada apenas pela truculência verbal de quem ainda não entendeu que a eleição acabou e o trabalho — de verdade — deveria ter começado.

É hora de o governador crescer. O estado de Santa Catarina é grande demais para ser gerido com a mentalidade mimimi (infantil e acriançado) de um pátio escolar em dia de briga.

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