O artigo
"Deus, lata e família!",
escrito pelo Pastor Zé Barbosa Jr.
e publicado recentemente (fevereiro de 2026), é uma crítica contundente à
instrumentalização da fé cristã por projetos políticos e mercadológicos.
Veja em:
https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/deus-lata-e-fam%C3%ADlia-pastor-z%C3%A9-barbosa-jr/ar-AA1WGJcK?ocid=hpmsn&cvid=699bc035eebf4caebc697bcd369dd8fe&ei=101&cvpid=699bc0c54c234b5a882aaebf509d9839
Aqui está
uma síntese dos principais pontos abordados pelo autor:
1.
O "Deus enlatado" como mercadoria
O pastor
utiliza a metáfora da "lata" para descrever um tipo de divindade que
foi domesticada e transformada em produto de consumo. Esse "Deus
enlatado" é:
ü Previsível
e conveniente: Apoia
sempre as mesmas pautas, condena os mesmos grupos e protege interesses específicos.
ü Intolerante
à diversidade: Não
suporta ambiguidades, perguntas complexas ou a pluralidade (como a representada
pelo Carnaval).
ü Simplista: Oferece respostas rápidas, como
instruções de embalagem, para problemas sociais profundos.
2.
A instrumentalização do conceito de Família
O autor
critica como o slogan "Deus, Pátria e Família" (frequentemente
associado à extrema-direita) é usado para neutralizar o potencial transformador
da fé. Ele argumenta que:
ü Esse discurso serve para preservar um
projeto político específico, rotulando qualquer divergência como
"perseguição religiosa".
ü Existe uma tentativa de impor um
modelo único de família, ignorando a realidade plural da sociedade.
3.
O "Deus Vivo" vs. O Projeto de Poder
Zé Barbosa
Jr. contrasta a "divindade de mercado" com o que ele chama de Deus vivo:
ü O Deus vivo é "perigoso"
para o status
quo porque inspira solidariedade em vez de exclusão e gera pontes em vez de
muros.
ü O cristianismo autêntico, segundo o
pastor, deve estar comprometido com a justiça social, os direitos humanos e a democracia.
4.
Apelo à Libertação da Fé
A conclusão
do artigo é um chamado urgente para "abrir as latas". O autor defende
que:
ü Não se trata de destruir a fé, mas de
libertá-la do "mercado" que a aprisiona.
ü Uma espiritualidade transformada em
estratégia política deixa de ser transcendência e vira apenas conveniência.







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