terça-feira, fevereiro 24, 2026

Deus, Lata e Família... Demagogias...Delírios , e Manipulação das Massas (Parte I)

 

O artigo "Deus, lata e família!", escrito pelo Pastor Zé Barbosa Jr. e publicado recentemente (fevereiro de 2026), é uma crítica contundente à instrumentalização da fé cristã por projetos políticos e mercadológicos.

Veja em:

https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/deus-lata-e-fam%C3%ADlia-pastor-z%C3%A9-barbosa-jr/ar-AA1WGJcK?ocid=hpmsn&cvid=699bc035eebf4caebc697bcd369dd8fe&ei=101&cvpid=699bc0c54c234b5a882aaebf509d9839

Aqui está uma síntese dos principais pontos abordados pelo autor:


1. O "Deus enlatado" como mercadoria

O pastor utiliza a metáfora da "lata" para descrever um tipo de divindade que foi domesticada e transformada em produto de consumo. Esse "Deus enlatado" é:


ü  Previsível e conveniente: Apoia sempre as mesmas pautas, condena os mesmos grupos e protege interesses específicos.


ü  Intolerante à diversidade: Não suporta ambiguidades, perguntas complexas ou a pluralidade (como a representada pelo Carnaval).


ü  Simplista: Oferece respostas rápidas, como instruções de embalagem, para problemas sociais profundos.


2. A instrumentalização do conceito de Família

O autor critica como o slogan "Deus, Pátria e Família" (frequentemente associado à extrema-direita) é usado para neutralizar o potencial transformador da fé. Ele argumenta que:

ü  Esse discurso serve para preservar um projeto político específico, rotulando qualquer divergência como "perseguição religiosa".

ü  Existe uma tentativa de impor um modelo único de família, ignorando a realidade plural da sociedade.


3. O "Deus Vivo" vs. O Projeto de Poder

Zé Barbosa Jr. contrasta a "divindade de mercado" com o que ele chama de Deus vivo:

ü  O Deus vivo é "perigoso" para o status quo porque inspira solidariedade em vez de exclusão e gera pontes em vez de muros.


ü  O cristianismo autêntico, segundo o pastor, deve estar comprometido com a justiça social, os direitos humanos e a democracia.


4. Apelo à Libertação da Fé

A conclusão do artigo é um chamado urgente para "abrir as latas". O autor defende que:

ü  Não se trata de destruir a fé, mas de libertá-la do "mercado" que a aprisiona.


ü  Uma espiritualidade transformada em estratégia política deixa de ser transcendência e vira apenas conveniência.

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