quinta-feira, outubro 29, 2026

TUDO NELES CHEIRA A PODRE... A CORRUPÇÃO... A IMORALIDADE... A TORPEZA... AO AVILTAMENTO DAS NORMAS, DAS REGRAS, DA LEI... (Parte II)

 "Napoleão de hospício"

 

A semelhança apontada entre o senador Flávio Bolsonaro e um "louco vestido de Napoleão" deve-se à alcunha de "Napoleão de hospício", termo utilizado por jornalistas e analistas políticos como Merval Pereira e Fernando Molica.

A comparação satírica explodiu no debate público após o parlamentar divulgar uma carta aberta direto de Miami, nos Estados Unidos. No documento, ele se autodeclara o "verdadeiro presidente eleito" do Brasil, contesta o resultado das urnas que deram a vitória a Luiz Inácio Lula da Silva e sugere a criação de um "governo no exílio".

A analogia com a figura folclórica do "louco que jura ser Napoleão" baseia-se nos seguintes pontos:

Ø  Desconexão com a realidade factual: Assim como o arquétipo do interno que assume a identidade do imperador francês, analistas apontam que a autoproclamação de Flávio ignora as instituições legítimas e o resultado oficial chancelado pela Justiça Eleitoral.

Ø  Uso de símbolos anacrônicos: A primeira versão do manifesto trazia o brasão histórico dos "Estados Unidos do Brazil" (escrito com "Z"), uma grafia e um símbolo de um período republicano já aposentado, reforçando o tom considerado alheio ao tempo presente.

Ø  Isolamento institucional: Enquanto governadores e líderes da própria direita democrática — como Tarcísio de Freitas — defenderam o respeito ao resultado eleitoral, a postura de Flávio foi rotulada pela oposição e por colunistas políticos como um delírio isolado e sem eficácia jurídica.


                           Aí está o "presidente" dos corneteiros bozolóides daquela Rádio


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