segunda-feira, maio 11, 2009

OS FALSÁRIOS, OS PLAGIADORES, E OS MAL INTENSIONADOS

Sem ter onde buscar argumentos para embasar o seu discurso não restou alternativa à oposição, se não a de criar novas versões sobre velhas mentiras, e buscar no exterior idéias ditas inovadoras, para pirateá-las sem qualquer pudor, ou pagamento de royalty aos seus legítimos proprietários intelectuais. Tudo isso sob a intensa publicidade de um mídia submissa e servil, desde que alguma grana entre em seus bolsos e caixas.

Os falsários, cheios de preguiça e sem qualquer criatividade, gastaram dinheiro dos outros e o tempo de todos ao resgatar a versão mais mentirosa e cínica do Plano Real, que criado nos porões do Consenso de Washington, e enfiado goela abaixo pelo FMI. Começou a ser implantado no governo Itamar Franco e completado no governo FHC.

O Plano de Estabilização da Economia foi adaptado ao contexto nacional por Pérsio Arida, André Lara Resende e equipe, baseados na experiência Argentina e Mexicana e outros paises que sofreram igual imposição do Fundo Monetário Internacional FMI.

Rubens Ricupero era Ministro da Fazenda de Itamar Franco (Foi ministro da Fazenda de 30 de março a 6 de setembro de 1994), e encaminhou ao Ex-Presidente a Exposição de Motivos da MP do Plano Real. E como disse o Ex-Presidente Itamar Franco: "O ministro Ricúpero foi o sacerdote do Plano Real. Mais até do que o FHC". 

Em nenhum momento os falsários lembraram ao povo, que o Brasil quebrou três vezes; grou o maior contingente de desempregados de todos os tempos; implantou o maior arrocho salarial de todos os tempos, aumentou impostos; “privatizou” dezenas de empresas, inclusive a Embratel e a Vale do Rio Doce – tudo a preço de banana e com dinheiro publico do BNDES.  Transformou a PTEROBRAS EM Petrobrax, e só não a privatizou graças a reação dos movimentos populares e das esquerdas brasileiras. Hoje a PETROBRAS é reconhecida como a 4ª Empresa mais confiável do MUNDO.

Já os plagiadores piratas, comandados pelo pior senador catarinense, copiaram dos Democratas Americanos (os verdadeiros democratas, que aqui no Brasil seria oposição ferrenha aos DEMOS), o estilo, o discurso, e até as metodologias utilizadas por Barack Obama  (Um homem que é a antítese de tudo o que os DEMOS pregam).

Além de promover impunemente (por enquanto) a sua campanha antecipada com recursos não sei de onde, o pior senador catarinense buscou lá fora o que acha que não existe aqui no Brasil. Alias, apenas confirmou a lógica das elites de que ainda somos colonizados do terceiro mundo. Plagiaram os verdadeiros Democratas e não respeitaram a propriedade intelectual... dos outros.

As más intenções ficam por conta das Colombetes e dos que ganham polpudas gorjetas para multiplicarem tanto a Farsa de uns como os Plágios de outros... E assim caminha a humanidade lageana..


DESAFIOS I E II

Desafio I – Vai para o Governo do Estado e os que apóiam o novo Código Ambiental: Vamos fazer  um plebiscito, agora nesse  momento de secas e enchentes, aqui em Santa Catarina. Vamos perguntar ao povo o que eles acham do novo Código....

Para o bem da Humanidade a natureza não negocia com politiqueiros, nem da ouvidos aos multiplicadores do absurdo.

Desafio II -  Desafio a Câmara de Vereadores a apresentar explicações no relatório final do processo investigativo   natimorto, chamado de CPI da saúde (moribunda antes de começar) traga resposta contundentes as seguintes perguntas: (i) há realmente em lages casos de desvio de remédios e vacinas dos postos de saúde municipais?  (ii) Quanto custou ate agora, e quando vai ser concluído a Policlínica Municipal; (iii) Qual foi o destino dado aos 30 milhões destinados pelo Governo Federal a Saúde de Lages em 2008? (iv) Por que o Conselho Municipal da saúde não funciona?; e, finalmente; (v) Porque em Lages ( e só em Lages) a Farmácia Popular não tem remédios?


Pago para ver....


Rui Alvacir Netto

9 comentários:

  1. Resposta desafio

    Sobre o código sou tão estudado quanto muitos que por aí dizem ... Enchentes são cíclicas , se vc acha legal um pequeno produtor não poder tirar um real de suas terras blz. Porém como urbano que és devia ter vergonha de dar palpite nessa esfera complexa que se chama ecossistema ... Poderia ficar horas divagando sobre o tema mais tenho muito para contribuir para um mundo melhor... (Na prática)
    Desafio 2
    Vc assisti a canal 27 ???
    A CPI está mais viva que nunca é uma falta de ética querer colocar na vala comum e comparar com as que ocorreram em âmbito federal.
    Meu nome é Vinicius Brown defendo "um mundo melhor é possivel" porém sem passar por cima dos outros...]Não mando recado falo na lata...

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  2. Sobre o código:
    Cheias são cíclicas, enchentes não. Enchentes são cíclicas se o planejamento urbano não é adequado para a demanda do curso d'água. A cheia de um rio depende das condições do bioma em que está inserido, já dizia isso o grande Aziz Ab'Saber.

    A idéia de ter-se um código ambiental é um avanço. O revés é a falta de diálogo e da influência político-partidária. Não deixaria de ser assim. Enquanto pesquisadores e agricultores tentam entender como a natureza funciona, políticos, estes sim urbanos, aprovam um código gerado por um setor único da sociedade. Se a lei é para todos, poderia ser construída por todos.

    E agora, entramos nesta discussão do código por quais motivos? A minha maior dúvida é essa.

    "Para o bem da Humanidade a natureza não negocia com politiqueiros, nem da ouvidos aos multiplicadores do absurdo."
    Essa frase é sua Rui? Muito boa.

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  3. Tá bom seu Robson,Pensei então em mostrar como se calcula o tempo que leva à enchente do rio, após o início das chuvas, nas pequenas bacias.

    Como saber se a bacia hidrográfica é suscetível à enchentes ?
    Através do Coeficiente de Compacidade: Kc=0,282.P/raiz(A) onde Kc=coef., P=perímetro e A=área da bacia. O raciocínio é o seguinte: como as chuvas se dirigem para o rio principal, quanto mais redonda, maior o afluxo e, em conseqüência, a enchente; quanto mais comprida, mais difícil a chuva cobrir toda a área, maior o percurso do rio e menor será o perigo. Tomemos três bacias: 1=circular e raio(R) de 0,5 km; 2=quadrada e lado de 1 km; e 3=retangular, com lado menor de 1 km e maior de 3 km. Aplicando a equação inicial, teremos: K1=1, k2=1,1 e k3=1,3. Conclusão: a bacia 1 é mais sujeita que a 2 e esta, mais que a 3 ou seja, quanto mais próxima da unidade for o valor de Kc, mais sujeita a enchentes estará a bacia.

    E como calcular a hora da enchente ?
    Através o Tempo de Concentração da Bacia: Tc=[(0,87.L^3)/H]^0,385 onde Tc=tempo, L=extensão do rio principal e H=desnível máximo da bacia. Ex.: rio principal com 3 km de extensão e bacia com desnível máximo (diferença de cotas entre a nascente e a foz, lida em planta plani-altimétrica) de 24 metros.
    Tc={[0,87 x (3 km)^2]/24 m}^0,385 = 0,99 horas x 60 = 59 min (aprox.)

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  4. Bem mais uma nota !!!
    Tempo de concentração da bacia
    Tempo que leva uma gota de chuva para percorrer o rio principal, desde o ponto mais elevado da bacia, próximo à nascente, até a sua foz. Esse tempo de percurso é dado em horas e tem a ver com a velocidade da ocorrência de uma enchente, após iniciada uma chuva intensa. Chamando esse tempo de Tc (horas), a extensão do rio de L (km) e o desnível máximo de H (m), teremos:
    Tc = [(0,87.L^3)/H]^0,385
    Tc = [(0,87 x 20^3)/160]^0,385
    Tc = 4,27 horas

    Nos rios de bacias acidentadas, no trecho de Juventude, os desníveis são muito grandes em relação às distâncias (isso sem falar nos casos de cachoeiras, como as que ficam próximas às nascentes do rio São Francisco, na Serra da Canastra-MG) e, portanto, podem mascarar a declividade. Por isso, os Hidrólogos bolaram uma 2a. declividade, hipotética, chamada S2. No nosso desenho em papel, ela também é uma reta e forma um triângulo; só que sua área, é a mesma da figura do traçado do perfil, sob a curva. Ainda existe uma 3a., chamada S3, que tem a ver com a velocidade de percurso da água.

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  5. Rui , Guilherme e Salesiano

    Façam como o Edson Varela , deixem as postagens serem publicadas diretamente pois se vcs são o que dizem não pode dizer não a democracia, se for com conteúdo de xingamento exclui ela e a pessoa ... não sejam peneiradores de idéias , sejam difusores de alternativas para o bem comum.
    Outra pro Robson!!!
    CONTROLE DE SEDIMENTOS URBANOS
    Um eficiente sistema de drenagem urbana deve ser construído para o escoamento das águas pluviais. Uma manutenção adequada, com limpeza de ruas, bueiros, bocas-de-lobo e de todo o sistema, é ponto fundamental para evitar entupimentos e outros problemas de ineficiência. Os arruamentos deverão ter um sistema de drenagem eficiente. As áreas não-pavimentadas devem ser revegetadas, e os taludes, especial cuidado de proteção. Um estudo adequado para medidas preventivas é de especial interesse, começando pelo impedimento da ocupação habitacional desordenada. Taludes com riscos evidentes devem ser protegidos.
    (Hidrossedimentologia Prática, Newton Carvalho, Rio-RJ, CPRM, 372p., 1994).

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  6. O aparente intelectual e democrático AgroBrown, nos presenteia com um festival de cultura inutil.

    Tudo o que interessa para a sociedade é ate que ponto ela deve pagar por decisões demagógicas e insensatas, como esse Código (Anti)Ambiental? O resto é dicurso vazio.

    Eduardo R. Neves
    e.r.a.n@bol.com.br

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  7. Caro AgroBrown,

    Como vê, suas mensagens estão publicadas. Seria interessante, uma avaliação sua, se as enchentes são cíclicas, ou seja, um dia tornarão a ocorrer, deveremos estar sempre preparados não é? e para o manejo de bacias hidrográficas, pelo que expõem, há muito conhecimento sobre hidrologia, por que então, a tecnologia e ciência atual não são adotadas, mas tenta-se a todo custo modificar a legislação ambiental???

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  8. Bom saber que o AgroBrown, assim como eu, assistiu as aulas do Prof.Mário e do Prof. Soccol. Pelo menos não são "leigos" que estão discutindo o assunto aqui.

    Resta então aplicar os cálculos que você expôs. A única falha é que em nenhum momento foi relacionado a hidrologia com a hidrologia florestal. A existência de florestas em diferentes estágio sucessionais pode aumentar ou reduzir a possibilidade de enchentes? Uma enchente pode ser causada por uma ocorrência em outro local da bacia hidrográfica, e não somente no curso do rio. O ideal seria conseguir um fluxo de água uniforme, e não enchentes devastadoras concorda? O novo código ambiental catarinense prevê esses seus cálculos para evitar as enchentes?

    Sobre o controle de sedimentos urbanos eu concordo, foi exatamente o que eu quis dizer com "planejamento urbano não é adequado para a demanda do curso d'água". Então não sei o porquê de "Outra pro Robson"

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  9. Muito bem agora se entendemos !!!
    Quero chegar no ponto chave, Robson e só poderia rebater minhas hidrológicas cópias de textos e mais textos uma pessoa que tenha tido a sorte ou o clavário para alguns...
    Tive que entender na universidade e no IPH-UFRGS onde tinha um pessoal que fazia doutorado em recursos hidricos que são muito além da minha capacidade.
    Hoje pouco uso mais procuro aplicá-las na prática que é bem difícl devido a códigos e mais códigos alguns mais destrutivos e outros preservacionistas demais .
    Muitas vezes os maiores gênios ficam a fazer experimentos e que poderiam ser usados para o bem comum ... isto é culpa do sistema...
    Mais o jogo é outro especialmente nesse país que vivemos onde muda governo e sai governo e a cada dia me preocupo mais ... Simpatizo com algumas correntes porém não há seriedade com o povo e no povo ...
    Abraços e obrigado pelas respostas !!!

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