sexta-feira, maio 10, 2013

ENQUANTO O BRASIL POTÊNCIA COMEMORA... A MÍDIA CANALHA COLONIZADA....DESDENHA..

Graças ao RESPEITO que o Brasil vem conquistando diante do MUNDO nos últimos 10 anos... saindo de um comportamento subalterno para um de soberania plena... mais um brasileiro foi eleito para um importante cargo internacional...

Primeiro foi o José Graziano..ex ministro do LULA que foi eleito Presidente da FAO.. agora é a vez do Senhor Roberto Azevedo assumir a presidência da OMC...

Foi uma vitória esmagadora... com mais de 30 votos de diferença e contando com o apoio de países de todas as regiões geográficas... Uma vitória digna de muitos elogios... e de orgulho para toda a nação de brasileiros carente de heróis e de exemplos...

Mas o que fez a mídia canalha e demente brasileira??? Tratou esta conquista histórica com desdém... Como legítimos colonizados que são... não conseguiram disfarçar suas frustrações com a derrota do candidato mexicano apoiado pelos países ricos (os colonizadores)...

Azar deles... que a mídia canalha e demente engula mais esta... outras derrotas virão... estão decadentes e cada vez mais desacreditados...

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A eleição de Azevêdo para OMC e a diplomacia no governo PT

Enviado por luisnassif, qui, 09/05/2013 - 10:32 Por Marco Antonio L.
Da Carta Maior

OMC: a diplomacia do PT não isolou o Brasil
Com a oposição dos países ricos e a má vontade da mídia conservadora brasileira, mas o apoio coeso das nações em desenvolvimento, o Brasil conquistou o mais importante posto internacional de sua história: a direção da Organização Mundial do Comércio.

Não foi um ponto fora da curva.

A política externa independente do Itamaraty, adotada desde 2003, firmou o país como liderança representativa das economias pobres e em desenvolvimento.

Com o apoio delas, o Brasil já havia vencido a eleição para dirigir a FAO, em 2012. Um sinal minimizado por uns e desdenhado por outros. Agora, tornou-se mais difícil ignorar a travessia em curso.

O candidato derrotado na OMC, o mexicano Herminio Blanco, foi um dos arquitetos do Nafta. Alinhado ao pensamento neoliberal, representava os interesses que jogaram o mundo na pior crise do capitalismo desde 1929.

A vitória na FAO, com o ex-ministro José Graziano da Silva, marcou a primeira renovação importante de um organismo internacional, depois da derrocada financeira de 2008.

Graziano derrotou a candidatura espanhola igualmente apoiada pelos países ricos.

O escrutínio das urnas mediria a eficácia da diplomacia independente dos anos Lula, acidamente criticada pelos sócios nativos de Washington.

Com Celso Amorim e Samuel Guimarães no comando, o Itamaraty faria forte inflexão em direção ao mundo em desenvolvimento.

O continente africano e a América Latina em peso garantiriam a eleição brasileira na FAO.

Foi uma vitória apertada, mas reveladora de um novo ciclo agora confirmado.

O êxito na OMC, com Roberto Azevêdo, acontece em meio aos escombros de cinco anos de desordem neoliberal.

Políticas de autopreservação dos países ricos asfixiam nações pobres.

Uma guerra cambial e comercial insana evidencia a imperiosa necessidade de uma coordenação global que não interessa às nações hegemônicas, empenhadas em reafirmar a ocupação do terreno.

Não por acaso, desta vez a vitória brasileira foi esmagadora.

A diferença da ordem de 30 votos inibiu a reação dos países ricos que, em revés anterior, em 1999, anularam na prática a posse do candidato tailandês escolhido pela maioria da organização.

Por tudo isso, o êxito na OMC representa também um trunfo interno expressivo do governo Dilma.

O dispositivo midiático conservador torcia pela vitória de quem simbolizava, no plano internacional, a coalizão de interesses locais que hoje busca restaurar a lógica dos anos 90 na economia, na política e na diplomacia brasileira.

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