terça-feira, abril 09, 2013

A GRATIFICANTE.. E INEVITÁVEL... DECADENCIA DA MÍDIA CANALHA...

A Revista VEJA... o mais antigo baluarte da ditadura midiática latifundiária... há anos vê o número de suas tiragens NAUFRAGAREM.... um dos principais sócios... o rei da babaquice DIOGO MAINARDI... há meses esconde-se nos EUA.. depois de ter sido condenado por difamação pela Justiça Brasileira...

A Folha de São Paulo... vende hoje menos da metade do que vendia há 8 anos... e só não percorreu ainda o mesmo caminho do Estadão graças aos milhões... de recursos públicos... que o Sr José Bolinha de Papel Serra..."investiu" em sua Editora...

A TV Globo despencou de mais de 40% para menos de 20% de audiencia nacional... As outras TVS exceto a RECORD... ou estão estagnadas... ou estão decadentes... Em nosso Estado elas se mantém graças ao ESPETACULAR apoio financeiro que recebe do pior governador catarinense de todas as épocas... para que construam uma imagem falsa... a de que ele (o pior governador) faz um governo eficiente...

Mas... essa mídia demente insiste em continuar errando... em tratar o povo brasileiro como perfeitos idiotas... em desconstruir.. sumariamente.. todos os dias.. o BRASIL POTENCIA que tanto custou... e custa... a ser construído por nós povo brasileiro...

Irão TODOS acabar como o ESTADÃO... o que será muito bom para a inteligência nacional...
(....)


A agonia do Estadão

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

O Estadão está virtualmente morto.

Está cumprindo todas as excruciantes etapas da agonia dos jornais (e das revistas) na era da internet: demissões, demissões, demissões. Menos páginas, borderôs menores.

E futuro nenhum.

Pode ser que, em breve, o Estadão circule duas ou três vezes por semana, como está acontecendo com tantos jornais no mundo.

A Folha, em outras circunstâncias, vibraria. Na gestão Frias, um dos dogmas na Barão de Limeira era que apenas um jornal sobreviveria em São Paulo.

Semimorto o Estado, ficaria a Folha, portanto.

Mas os problemas da Folha são exatamente os do Estado. Pela extrema má gestão dos Mesquitas, eles apenas estão levando mais cedo o Estadão ao cemitério.

Isso quer dizer que não vai sobrar nenhum.

Lamento, evidentemente, cada emprego perdido por jornalistas que tiveram o azar de estar na hora errada na redação errada sob a administração errada derivada da família proprietária errada. (Os demitidos, importante que eles se lembrem disso, terão a oportunidade de respirar ares mais enriquecedores, sobretudo na mídia digital.)

Mas o jornal, em si, não deixará saudade.

Qual a contribuição do Estadão ao país?

O golpe de 1964, por exemplo. O Estadão, como o Globo, tem um currículo impecável quando se trata de abraçar causas ruins e misturar genuínos interesses privados com interesses públicos fajutos. No mundo perfeito, segundo o Estadão, os brasileiros serviriam basicamente de mordomos para os Mesquitas.

Ainda hoje, moribundo, gasta suas últimas reservas na defesa de um país em que o Estado (governo) deve servir de babá para uma minoria que, no poder, fez do Brasil um dos campeões mundiais em desigualdade.

Que colunista se salva? Quem oferece uma visão alternativa? Quem quer um país melhor, menos injusto?

Dora Kramer? Pausa para risada.

Os editorialistas mentalmente decrépitos que davam conselhos à Casa Branca mas jamais conseguiram cuidar do próprio quintal? Nova pausa.

Articulistas como Jabor? Pausa mais longa, porque é gargalhada.

O Estadão pertence a um mundo em decomposição, e cujo passamento não deixa ninguém triste.

Combateu o mau combate. Perdeu, e se vai. Poderia ter ido antes. Muitas árvores teriam sido poupadas.

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