segunda-feira, março 04, 2013

MÍDIA DO EXTERIOR... DESMASCARANDO A MÍDIA CANALHA E LATIFUNDIÁRIA BRASILEIRA....

A GLOBO NÃO ENGANA NINGUÉM... NEM EM LOS ANGELES...

É inconcebível que não exista um conglomerado jornalístico para apoiar um Governo com 78% de apoio popular.

A escravidão sustentou o Brasil por 300 anos. E são os mesmos que mandam até hoje...

Sugestão do editor do Conversa Afiada Murilo Silva:

Quando o presidente esquerdista João Goulart foi deposto pelos militares brasileiros, em 1964, a maioria da mídia nacional, controlada por poucas famílias, comemorou. [...]

Mas, durante a ditadura de 21 anos que se seguiram, o governo censurou os jornais e estações de televisão das famílias operadoras [...]

As coisas são diferentes agora. Desde 2003, o Brasil tem sido gerido pelo partido à esquerda da Centro dos Trabalhadores Popular, conhecido como PT, que deixou a mídia só [...]

Mas as publicações e emissoras de TV, ainda controladas pelas mesmas famílias, têm sido críticos do partido, apesar de uma taxa de aprovação pública para a presidente Dilma Rousseff tão alta quanto 78% [...] (sic).
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Saiu no Los Angeles Times: veja abaixo a tradução do google tradutor...

DILMA ROUSSEFF DO BRASIL é popular, mas não entre os meios de notícia

Jornais ricos e poderosos e redes de TV têm sido críticos do presidente de esquerda, apesar de sua abordagem hands-off para eles.

Por Vincent Bevins, Los Angeles Times

03 de março de 2013, 06:36

SÃO PAULO, Brasil - Quando o presidente esquerdista João Goulart foi deposto pelos militares brasileiros, em 1964, a nação de mídia de notícias importantes, controlada por poucas famílias, comemorou.

Mas, durante a ditadura de 21 anos que se seguiram, o governo censurou os jornais e estações de televisão as famílias operados.

As coisas são diferentes agora. Desde 2003, o Brasil tem sido gerido pelo partido à esquerda do centro dos Trabalhadores popular, conhecido como PT, que deixou a mídia só.

Mas as publicações e emissoras de TV, ainda controladas pelas mesmas famílias, têm sido críticos do partido, apesar de uma taxa de aprovação pública para a presidente Dilma Rousseff tão alta quanto 78%. Nem uma notícia saída única grande apoia-la, com alguns jornais e revistas particularmente severas em suas críticas.

"É uma situação extremamente única que hoje no Brasil a ter um governo popular e nenhum meio de comunicação importante que a suporta, ou apresenta um ponto de vista à esquerda do centro", diz Laurindo Leal Filho, especialista em mídia da Universidade de São Paulo.

A oposição ao Partido dos Trabalhadores tem estado presente desde que o ex de esquerda metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva, uma vez preso pela ditadura, foi eleito presidente em 2002. Lula moveu-se rapidamente para o centro e elites empresariais acomodados, e na década seguinte viu um boom econômico em que 40 milhões de pessoas saíram da pobreza.

"A sociedade brasileira foi baseada na escravidão por mais de 300 anos, e tem quase sempre sido executado pelos mesmos estratos sociais", diz Leal Filho. "Algumas partes da classe alta têm aprendido a conviver com outros setores da sociedade que foram anteriormente excluídos ... mas a mídia ainda refletem os valores da elite da velha escola, com exceções muito, muito poucos."

Os meios de comunicação críticos têm sido amplamente elogiado por contundentes investigações de corrupção que levaram oito membros do gabinete de Dilma de ser substituído, e 25 funcionários de alto nível a ser condenados por um escândalo de compra de votos namoro com a administração de Lula. Mas os partidários do governo, muitas vezes dizem que a mídia de notícias pagar muito menos atenção às evidências de corrupção envolvendo outros partidos políticos.

Repórteres Sem Fronteiras divulgou recentemente um relatório criticando a concentração da mídia no Brasil e recomendar uma revisão das leis relacionadas com os meios de comunicação. Mas ao contrário de outros lugares da América Latina, onde os governos abertamente batalha com os críticos de mídia privada, o governo brasileiro tem tomado uma atitude relaxada.

Mesmo que houvesse um esforço concertado para tomar medidas, seria politicamente impossível, dizem analistas. Os Repórteres Sem Fronteiras relatam detalhes laços estreitos entre partes da mídia e membros do Congresso, alguns dos quais ainda votar a concessão de licenças para estabelecimentos que possuem, especialmente fora das grandes cidades. Para executar o país, Dilma deve navegar nas águas complicadas do sistema brasileiro Congresso e trabalhar com mais de 20 outros partidos.

"É lamentável, mas para governar este país você tem que estabelecer alianças", diz Mino Carta, editor da Carta Capital, a única publicação de qualquer tamanho que apóia o governo. Ele vende 60 mil cópias por semana, em um país de quase 200 milhões.

Enquanto isso, Dilma Rousseff, que foi torturada pela ditadura por suas atividades de esquerda na década de 1970, assumiu a crítica dos meios de comunicação no tranco, periodicamente, reafirmando sua crença na liberdade de expressão.

A tentativa de construir uma notícia saída em grande escala que apresenta um ponto de vista diferente seria extremamente difícil, Carta diz que, por causa da necessidade de receitas de publicidade.
"Isso seria uma meta muito lento e de longo prazo na verdade", diz o septuagenário de origem italiana.

Chefes mais brasileiros de mídia dizem que seu jornalismo é neutro e objetivo.

Sérgio Dávila, editor-executivo do jornal Folha de São Paulo, jornal do Brasil maior circulação, diz: "Quando Fernando Henrique Cardoso estava no escritório, [seu partido] do PSDB disse que estavam contra eles e pró-PT."

Davila aponta para um relatório publicado no jornal na época detalhando votos comprados para garantir a reeleição de Fernando Henrique Cardoso. "Agora estamos apenas vendo o outro lado da moeda."

Mas muitos adeptos da PT ver os grandes jornais, incluindo a Folha e O Estado de São Paulo, como anti-Dilma, como o fazem a rede de televisão e correr jornal pelo grupo Globo dominante.

"A grande mídia sempre defenderam os interesses dos poderosos", diz José Everaldo da Silva, um trabalhador portuário aposentado e eleitor PT no país é tradicionalmente nordeste pobre, que tem beneficiado especialmente a partir de regra PT. "Todo mundo se lembra do que fez a Globo na primeira eleição de Lula."

Quando Lula concorreu pela primeira vez para presidente em 1989, a TV Globo estação pesadamente editado o seu último debate com Fernando Collor de Mello, dando Lula menos tempo e mostrando todos os melhores momentos de Collor. As urnas virou a favor de Collor, que foi eleito e depois cassado por corrupção.

O episódio se tornou tema de um documentário britânico intitulado "Beyond Citizen Kane".

TV Globo mais tarde reconheceu ter cometido um erro, mas nega agora há qualquer preconceito. "A Globo é absolutamente apartidária. Ele não oferecer opiniões sobre os governos e busca a neutralidade em seus programas de notícias, "um porta-voz.

Emissoras de TV são relativamente moderados e uma fonte mais importante de notícias de impressão para os brasileiros, a maioria dos quais não costumam ler jornais ou revistas, diz David Fleischer, cientista político da Universidade de Brasília.

"Estações de TV não explodir [Rousseff] como a imprensa faz", diz Fleischer.

Em contraste com a maior parte do mundo, a palavra impressa está crescendo no Brasil, como alfabetização e aumento do consumo de notícias. Circulação da Folha aumentou 2% em papel e 300% no ano passado online.

"Mais diversidade na mídia seria bom para o país", diz Davila. "Eu realmente não sei por que isso não está acontecendo."

Por enquanto, nem Dilma nem aposentado trabalhador portuário Da Silva parece preocupado.

"Todo mundo que viaja por aqui pode ver claramente que o Brasil mudou. Globo distorce a verdade, sim. Mas não é tão ruim. Quem se importa? Eles podem dizer o que quiserem ", Da Silva diz em uma entrevista por telefone, e depois quebra a rir. "Na verdade, eu estou assistindo a Globo agora."

Bevins é correspondente especial.

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