terça-feira, setembro 11, 2012

ENTRE A CRUZ E A ESPADA... A TRISTE SINA DOS PEQUENOS EMPRESÁRIOS LAGEANOS...

Se por um lado o Governo Municipal... sob o silêncio e a cumplicidade da ACIL, CDL e AMPE... os ignoram completamente em relação a Lei Geral das Micro E Pequenas Empresas... preferindo... com o uso da nebulosa caixa preta das licitações... beneficiar Empresas de fora... que não geram empregos e nem desenvolvimento por aqui...

Por outro lado o ``Não Governo`` Estadual... muito bonzinho com as grandes multinacionais, doando-lhes milhões em renuncias e incentivos fiscais... não tem nenhum escrúpulo em usar os seu serviços e não pagar por eles...

Além de incompetente... e sem rumo... o ``Não Governo`` Catarinense revela-se agora CALOTEIRO....

Sobre o CALOTE e a incompetência do ``Não Governo`` vejam abaixo o que foi publicado no BLOG da Olivete Salmória...
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Sobre o CALOTE do ``Não Governo``...

Obras de reforma do Call Center do Ciasc não foram pagas ainda

Olivete, boa tarde!

Fizeste um comentário meses atrás, no Correio Lageano, a respeito do Call Center do Ciasc, (ao lado da Havan- antiga Barateira) em Lages do porquê não estar funcionando.

Como sou assiduo leitor de sua coluna, gostaria de resumidamente colocar a situação vivenciada pelos fornecedores da obra do Call Center. Foram contratadas 3 empresas de Lages para executar os serviços - como os valores eram pequenos foi procurado contratar empresas locais (segundo explicações dos gestores do Ciasc) - o contrato estipula um pagamento no final dos serviços o que torna a nossa situação insustentável - pois imaginavámos que concluído o serviço receberíamos os valores - o que ainda não ocorreu.

A nossa empresa( Prandi Construção) executou a parte civil que iniciou em dezembro de ano passado, a empresa Wiatec executou a parte elétrica e a Ideal Eletro forneceu os equipamentos de ar condicionado - vale destacar que são todas empresas pequenas que lutam com dificuldade para cumprir seus compromissos e apesar dos gestores do Ciasc afirmarem que a obra foi pedido expresso do Governador - os 3 fornecedores estão até agora sem receber nenhum tostão. As desculpas são muitas mas hoje ( 10 meses após o inicio da obra) fomos informados que não existe o repasse de recursos para o pagamento das 3 empresas por parte do tesouro ou seja o Estado está pagando os outros fornecedores mas não as empresas contratadas para a reforma do Call Center do Ciasc - segundo dizem pedido expresso do Governador.

Sempre que ligamos para o financeiro do Ciasc a informação que a prioridade é o pagamento do pessoal (deles). Os funcionários e os fornecedores de nossa empresa ( Prandi ) foram pagos assim como os encargos e impostos incidentes na nota fiscal. A meu ver existe uma falta de seriedade dos gestores públicos pois se não existem recursos não podem ser assinados contratos nem autorizados os serviços e se o forem os recursos devem ser providenciados pois não é razoável esperar 10 meses e ainda não haver solução para o problema. O maior valor das 3 empresas beira a R$ 110.000,00 o que é pouco para o Estado mas muito para quem fez os serviços. É importante ressaltar que já recebemos o termo provisório e definitivo dos serviços.

A pergunta que faço é: De que vale essa busca frenética para trazer empresas para Lages se o próprio governo está ajudando a enterrar as aqui estão?

Não pedimos muito apenas um questionamento em seu espaço, já que não temos acesso a pessoas influentes junto ao Governador.
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Sobre a incompetência do ``Não Governo``

Funcionários da Epagri se reúnem amanhã

Trabalhadores na Agricultura (Epagri e Cidasc) de todo o estado estarão reunidos nesta terça-feira, 11 de setembro, em Lages, para discussão, avaliação e votação da contraproposta apresentada pelo governo do estado. A assembleia terá início às 10 horas, na AFEL, Associação dos Funcionários da Epagri e Cidasc, na Rua João José Godinnho, Morro do Posto.

Na última rodada de negociação, CPF entra mudo e sai calado e Spies emperra negociação.

Mais uma vez a Intersa é chamada para rodada de negociação e contraproposta apresentada não avança em nenhuma cláusula financeira.

"O choro é tamanho que a impressão é que o estado está quebrado. Não é o que os números e fatos representam. O que nos faz perguntar para onde o dinheiro do estado está sendo desviado?", perguntam os trabalhadores.

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